The Walking Dead | 2ª Temporada

Zumbi é que nem calça colorida, sushi e falar mal de celebridades no Twitter, tá na moda. E o mais legal de tudo é que o estereótipo do zumbi (vagaroso e burro) e das produções elvolvendo essa temática estão mudando. Escatologia e a estética gore já não funcionam mais como nos anos 70 e 80. Tudo bem que ainda rendem uns bons sustos – vide os clássicos de Geoge Romero, praticamente o inventor do gênero no cinema -, mas os tempos mudaram e os zumbis também. Não é nenhuma novidade dizer que o espectador de hoje é muito mais crítico e busca sentido em todo e qualquer detalhe, até mesmo onde não era era para haver nenhum – quem assistiu Lost sabe bem do que estou falando. O resultado disso tudo é que não basta os zumbis estarem na moda, agora os zumbis precisam ser realistas e fazerem sentido. E realista nesse caso não significa ter bons efeitos especiais e uma maquiagem impecável, mas sim estarem inseridos num contexto que me faça acreditar que eles são reais e que poderiam muito bem dar uma fungadinha gostosa no meu cangote. E é aí que entra The Walking Dead.
Na última quarta-feira, 19 de outubro, estreou oficialmente no Brasil , a segunda temporada. Se você ainda é um dos poucos que ficou de fora desse frisson e não viu a primeira, procure agora mesmo na locadora do Paulo Coelho.
Depois de mais de um ano esperando pelo início da segunda temporada, o episódio de abertura com 1 hora e meia de duração fez valer a espera e não deixou a desejar a nenhum integrante da orda de fãs, que só faz aumentar.
Ação, emoção e muito, muito suspense.
O Pior Amigo do Homem
Ryan decide se matar. Está escrevendo sua carta de despedida.
Faz um coquetel com remédios fornecidos pela sua irmã médica preocupada com seu estado emocional instável.
Como quase tudo que acontece na vida de Ryan, a tentativa de suicídio é um fracasso.
Nem conseguir dormir, ele consegue.
A moto do vizinho o atrapalha.
A nova vizinha o atrapalha. Precisa ir trabalhar e deixá-lo cuidando do cachorro. Wilfred.
E aí que tudo se transforma.
Wilfred aparece para Ryan, e só para Ryan, como um cara vestido de cachorro.
E que fuma maconha.
E bebe cerveja.
E que começa a mudar a vida e comportamento de Ryan.
Seria tudo isso fruto de uma alucinação causada pelos remédios?
Wilfred é uma fuga de Ryan para a realidade.
É Wilfred que domina Ryan. Não o contrário.
Além do fato surreal de um cara vestido de cachorro fumar maconha, beber cerveja e ser mulherengo,
Wilfred é um retrato de como uma pessoas tratam seus cachorros como se fossem pessoas.
Talvez a ideia tenha surgido aí. Eu mesmo conheço uma pessoa que trata a cachorra como se fosse uma criança.
Wilfred foi uma série de comédia australiana que teve sua estreia num remake para TV americana esse ano. A presença de Frodo Elijah Wood no papel de Ryan e do criador da série Jason Gann no papel do cachorro pode garantir uma daquelas parcerias que garantem boas risadas.
Wilfred é non-sense. É politicamente incorreto. E merece a indicação.
Confira uma apresentação da série.
Death Note
“O humano que tiver seu nome escrito neste caderno morrerá. E o humano que utilizá-lo, não poderá ir para o céu ou inferno por toda a eternidade”. Estas palavras estão escritas na primeira página do Death Note. A maioria das pessoas que encontrasse esse caderno pensaria que não passa de uma brincadeira. Apenas os mais curiosos dariam atenção a algo tão absurdo.
Yagami Raito, estudante do ensino médio e aluno número 1 do Japão, estava cansado e revoltado com a realidade em que estava vivendo. Observava a violência impune nas ruas de sua cidade e a decadência das pessoas ao seu redor, que, cada vez mais superficiais, pouco ligavam para os problemas do mundo. Foi nesse momento de tédio e revolta que Raito encontrou o Death Note. Mal sabia ele que o caderno pertencia a um Shinigami (A Morte).
Como qualquer pessoa, ele pensou se tratar de uma piada. Mas sua curiosidade levou-o a descobrir que as palavras do livro diziam a verdade. Raito agora vê em suas mãos a oportunidade de fazer justiça com as próprias mãos e concertar esse mundo que acredita estar estragado.
Uma série com muito suspense. A cada final de episódio fica difícil controlar a ansiedade pelo próximo. Um desenho para adultos com uma trama inteligente que questiona o significado de justiça e quão os fins justificam os meios.
Death Note é exibido no canal Animax (TV fechada), mas infelizmente a péssima dublagem estraga um pouco a experiência. Claro, você sempre pode encontrar os episódios com o áudio original (japonês) em “outros lugares”.
Mortal Kombat. Sem funk.
Na verdade, o funk foi só o teaser para o trailer da série Mortal Kombat Legacy.
Pra quem curtiu muito o game, essa série é pra matar a saudade e na verdade, descobrir um pouco sobre a história dos personagens.
Mortal Kombat Legacy é uma série com 10 episódios com alguns dos principais personagens do jogo. Já disponível pra baixar, o primeiro episódio, Sonya se infiltra numa fábrica de armas comandada por Kano, mas é presa. Jack, Striker e outros policiais tentam resgatá-la, mas são surpreendidos pelos criminosos.
Gosta de séries e de Mortal Kombat? Não custa nada dar uma chance pra essa, né?
Eu vou baixar.
O que uma série precisa ter para ser boa?
De que atores você gosta?
Scarlett Johasson, Luke Wilson, Dennis Hopper, James Woods, Ralph Machio, Val Kilmer ou Terence Stamp?
Quem são os diretores que você admira?
James Cameron, Paul Haggis, Aaron Sorkin, Sydney Pollack ou ninguém menos que Martin Scorsese?
Quais são as bandas/cantores que você curte?
U2, Snoop Dog, 50 Cent, Cristina Aguilera, Eminem ou Tony Bennet?
Quem são as personalidades mais legais na sua opinião?
Jay Leno, Sarah Silverman, Tom Brady, LeBron James, Mike Tyson, Sasha Grey ou dono das coelhinhas Hugh Hefner?
Se você gosta de algum desses caras, aí vai a boa notícia: todos eles já passaram pela série criada por Doug Ellin, Entourage.
Se você não gostou de nada disso, espere e leia até o fim.
A série é uma passeio pelos bastidores de Hollywwod e é teoricamente inspirada na vida de Mark Wahlberg (que é um dos produtores das série), o “famoso” raper Marky Mark – e para os mais novos – , ator de Os Infiltrados e Planeta dos Macacos.
No elenco estão os atores Kevin Connolly, Adrian Grenier, Jerry Ferrara, Kevin Dillon.
A história se passa em torno da vida de Vincent Chase, uma jovem estrela em ascensão, e seus amigos de infância Eric Murphy, Turtle e seu irmão – e ator fracassado – Johnny Drama, que moram sob o mesmo teto num casarão em Beverly Hills.
Entourage já foi indicado a cerca de 20 prêmios Emmy, levando quatro, três dos quais foram conquistados por Jeremy Piven como melhor ator coadjuvante em comédia. Piven, que interpreta o agente de Vince, Ari Gold, é simplesmente impagável com suas tiradas machistas e piliticamente incorretas. Junto com seu assistente Lloyd (Rex Lee), vão garantir boa parte das suas risadas.
A série está atualmente em sua sétima temporada, registrando uma média de 2.6 milhões de telespectadores e vai ter a oitava como a temporada final.
Agora chega de conversa. Eu não vou dar mais motivos para você ver Entourage. Apenas assista os 5 primeiros episódios e depois venha aqui nos comentários me xingar por perder a sua vida social.
Vendemos cadeiras
“ Eliézer: um jogo: caso, mato ou trepo. Eu digo três nomes e você me diz com quem você casaria, quem você mataria e com quem você treparia. ok?
William Bonner, Pedro Bial e Luciano Huck. vai ”.
Por esses e por outros motivos eu digo que esse cara é bom.
Vendemos Cadeiras mantém a esperança de ter uma série brasileira de qualidade.
A série:
A série também tem uma coisa que me deixa com bastante inveja: os nomes de personagens mais legais de todos os tempos. Fábio Jr, Eliézer, Diana, Mauro e o sensacional Cristóvão.
Quem queiser conferir, vendemos cadeiras vai ao ar no Multishow, todo sábado às 23:00h e depois acompanhar o twitter do diretor, pra baixar a trilha, que também é excelente.
Se você não sabe o que é o capacitor de fluxo, não leia
- “você sabia que originalmente o pac-man era chamado de puck-man? mas mudaram, porque ficaram com medo das piadinhas. o pessoal ia trocar o”…
- “‘p’ pelo ‘f’ e falar… você sabe, né?” Scott Pilgrim Vs The World.
[silêncio] ele insiste.
- eu já te disse que você é linda? você não quer ser a minha penny?
- the big bang theory, pedro. ela é loira, eu sou morena.
- peter. as pessoas me chamam de peter.
- desculpa, peter.
- então, gata? de que lado da força você está?
- isso ainda funciona? sério?
[silêncio] ele insiste. de novo.
- “grande garota! Acho que vou matá-la ou me apaixonar por ela”.
- star wars ainda fuciona? essa do han solo eu ouvi umas 5 vezes só na balada do sábado passado.
- engraçado. “você me faz querer ser um homem melhor”.
nesse momento, os olhos dela ficam marejados.
- essa do melhor impossível rolou no happy hour da firma na sexta passada. e funcionou. hoje não.
- eu juro. com você meu coração chega a 60 mph em 6,3 segundos.
- desculpa. já fiquei com outro marty mcfly mês passado.
[silêncio]
[silêncio]
- porra. porra. mil vezes porra. odeio essa moda nerd.
A “periferia”
Adepto do “judaísmo salomônico”, o cara é uma figura que qualquer um vai ter o prazer de conhecer um pouco mais da história.
Dá o play aí. Inclusive você, Dudu.
Direção Geral: Rafael Mellin
Produção Executiva: Bruno Lins
Edição: Daniel Ferro
Dir. de Fotografia & Externa: João Padua
Câmera: João Padua, Marcos Salamonde & Fabio Serfaty
Coord. de Produção: Esther Meireles Caminha
Produção: Priscilla Ribeiro
Prod. de set: Breno Oliveira
Asist. de Externa: Thomaz Tarre
Post via Gabriela Guerra e @daniarrais, do Don’t Touch My Moleskine.
O novo House M.D.?
“As mínimas expressões e gestos são interpretados por esses cientistas do comportamento, que prestam seus serviços para diversas entidades, como o FBI, a polícia, empresas particulares ou mesmo pessoas que estejam dispostas a descobrir a verdade que alguém pode estar escondendo.
O grupo é liderado pelo Dr. Cal Lightman, um cientista que dedicou toda a sua vida ao estudo do comportamento humano. Lightman ainda conta com a ajuda da sua parceira e psicóloga Dra. Gillian Foster, além do pesquisador Eli Locker e de Ria Torres, uma mulher com o talento natural de interpretar as expressões humanas. Juntos eles formam uma equipe de verdadeiros polígrafos humanos.”
Os episódios não são parecidos, ele não tem epifanias no 38º minuto de cada episódio e House nunca daria um programa de investigação policial do Discovery Channel.
Mais?
House não é Tim Roth, meu amigo. Ele nunca fez um filme do Tarantino. Ou melhor, ele não é o Mr. Orange do Cães de Aluguel. Isso diz alguma coisa?
Só pra constar: de acordo com alguns estudos, em uma conversa de aproximadamente 10 minutos, uma pessoa pode mentir até três vezes, incluindo as omissões e os exageros. Posso estar exagerando nesse texto, mas isso vc não vai ter como saber porque não está aqui para ver minhas expressões.
Procure a locadora mais próxima.
ps: eu também gosto de House.
Você pode deixar sua opinião aí nos comentários.
Você pode não gostar de Lie to me, mas Eu Indico. Essa é a nova coluna de segunda-feira do Cultbox. Filme ou séries de tv, que talvez você não goste, mas que a gente indica.
The Pacific é HBO
Série com selo HBO é sinônimo de qualidade. Que atire a primeira pedra quem lembrar de alguma que seja, no mínimo, uma nota 8. Vou citar algumas, só pra refrescar um pouquinho a memória: The Sopranos, Six Feet Under, Sex and The City, From the Earth to the Moon, e, a minha favorita, Roma. Esqueça Pedro e Bino, Força Tarefa ou qualquer outra tentativa de adaptar a fórmula seriada pra nossa Terra Brasilis. Se for pra fazer bem feito, que faça como a HBO Brasil, que produziu as excelentes Mandrake, Alice e Filhos do Carnaval. E tem séries para todos os gostos. Se quiser dar umas boas risadas, procure por Entourage. Se seu lance for mais cerebral, inteligente, Mad Man está faturando todos os prêmios a que concorre. Mistério? Terror? Bizarrices? Mê vê um True Blood, A+, bem quentinho aí! Talvez o gênero mais difícil de representar seja o drama de guerra. Pois é, até nesse eles acertaram. Quando Band of Brothers foi exibido, em 2001, se transformou num enorme sucesso de crítica e público.
Quase uma década depois, a HBO revisita a II Guerra com The Pacific, série que Steven Spielberg e a dupla de sócios da Playtone, Tom Hanks e Gary Goetzman, criaram como espécie de continuação a Band of Brothers.
A nova minissérie relata as batalhas da Segunda Guerra Mundial no Oceano Pacífico com base, principalmente, no livro do oficial Robert Leckie. O enredo segue três soldados – Leckie, Eugene Sledge e John Basilone, membros da Primeira Divisão de Infantaria da Marinha – em dez episódios que começam a ser exibidos no Brasil no próximo domingo, dia 11.
Na lista de eventos históricos que aparecem na série estão as batalhas de Guadalcanal, Okinawa e Iwo Jima, e comentários sobre as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki. A minissérie em dez partes tem orçamento calculado em 200 milhões de dólares.É, parece que eles realmente não sabem brincar. Já vou deixando anotado aqui na minha lista de afazeres para logo depois que conseguir me atualizar em Entourage.
United States of Tara
A ex-Strip Girl e atual roteirista, Diablo Cody (Juno), escreve sua primeira série para TV. United States of Tara tem produção de Steven Spielberg e mostra o cotidiano de uma mãe solteira com múltipla personalidade. Serão 13 episódios, o primeiro foi ao ar no último dia 9.Abaixo, a simpática abertura da série, toda em animação.
Top 5 >> Melhores séries!
Já fui escravo da televisão, admito. Houve um tempo em que era realmente difícil fazer outra coisa senão acompanhar as séries favoritas, uma pra cada dia da semana. Perder um episódio era impensável. Melhorei um pouco de lá pra cá, mas uma vez ou outra sou pego de surpresa por algum novo fenômeno televisivo.Relembrando esses tempos, o Top 5 dessa semana enumera minhas séries preferidas. Tem pra todos os gostos, umas já clássicas, outras que ainda rolam por aí. 1. Friends
Friends é uma terapia! Não há nada melhor que chegar em casa depois de um dia estressante e assistir a um episódio para relaxar. Não tem como não cair na gargalhada mesmo já tendo visto as piadas repetidas vezes. Primeiro lugar disparado!Essa é de um dos meus preferidos:
2. Arquivo X (X Files)
Arquivo X marcou uma era na televisão americana. Numa época em que não era assim tão comum as séries tratarem de fenômenos paranormais, monstros bizarros e crenças exóticas, os agentes Fox Mulder e Dana Scully conquistaram uma legião de admiradores. Nada melhor que uma trama bem construída e personagens interessantes para alavancar uma série ao topo.
3. Lost
Muitos amam, outros tantos torcem o nariz, mas é impossível ficar indiferente à esse fenômeno. Depois de uma leve queda de qualidade na 3ª temporada, Lost voltou explodindo a cabeça de todo mundo! Se você ainda não viu ou ficou pelo meio do caminho, corra agora para alugar os DVDs.
Aviso: Altamente viciante!
4. Buffy, a Caça Vampiros (Buffy, The Vampire Slayer)
Uma das coisas mais geniais que vi na minha vida foi este episódio de Buffy que é praticamente todo sem falas!
5. Mandrake

Que tal uma nacional pra fechar com chave de ouro? Pois é, brasileiro também sabe fazer série de qualidade, Mandrake é o melhor exemplo. Marcos Palmeira dá vida ao advogado criminalista especialista em casos de chantagem e extorsão.
Baseada nos personagens criados pelo escritor Rubem Fonseca, tem duas temporadas exibidas pela HBO.
Primeira Impressão: Fringe
“Progresso tecnológico é como um machado nas mãos de um criminoso patológico”.
Em referência à “Fringe Science”, ramo da ciência que estuda o que não pode ser provado ou justificado por meios convencionais, “Fringe” é centrada em Olivia Dunham, uma agente do FBI que investiga eventos inexplicáveis ao lado do doutor Walter Bishop, cientista internado em um manicômio, e seu filho, Peter. ). Assim como em Lost, a prévia começa com um incidente em um avião. Após o pouso, descobre-se que toda a tripulação e os passageiros estão não só mortos, mas que seus corpos foram transformados em gelatina por um agente biológico desconhecido. É a premissa perfeita para uma nova teoria da conspiração.
Pouco crível e repetitivo, o episódio não chega nem perto de empolgar o espectador. Apesar do esforço de seus protagonistas, a trama não convence deixa uma nada estranha sensação de déjà vu. Não é à toa que o criador da nova série anunciou que o piloto passará por modificações. Segundo Abrams, o final deve ser alterado, e a trilha oficial de Michael Giacchino (o mesmo de Lost) ainda será adicionada.
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(Fotmato: RMVB Legendado)
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