Cultbox

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Se você não sabe a resposta para a vida o universo e tudo o mais, pare por aqui

peter, agora numa espécie de comic con brasileira, encosta na menina fantasiada de princesa leia.

- Oi. Posso ser seu Luke Skywalker?

- Ok. Você pode ser meu irmão.

- Mas a princesa leia beija ele.

- tchau, peter.

- espera. sério. eu tô apaixonado. eu quero ler quadrinhos pros meus filhos com você.

- corta essa.

- imagina, a festinha de um ano dele com o tema “senhor dos anéis”, cheio de hobbitzinhos espalhados pela sala?

{meio sorriso}

- você pode ser o mestre da minha dungeons & dragons.

- não gosto de d&d. prefiro final fantasy.

- acabei de ter uma matrix com nós dois. passou tudo aqui na minha frente. eu, você e as crianças.

- você na sua casa e eu na minha, né?

- 42.

- eu sei que o é 42, peter. li o guia do mochileiro das galáxias 3 vezes. douglas adams é meu escritor favorito.

- não. não é isso. esse é o quadragésimo segundo fora que eu levo tentando cantada nerd.


O Clube do Filme

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{leia ouvindo She’s Long Gone – The Black Keys}

Guarde esse rosto e esse nome: David Gilmour.

Não. Não é o David Gilmour que você conhece, do Pink Floyd. Mas se eu fosse você,  eu daria tamanha importância pro homônimo aí.

Esse senhor, crítico de cinema escreveu um dos livros mais legais que eu li no ano passado. {Ok. Voltemos um pouco. Não torne nada que eu escrever como verdade absoluta. Eu não entendo nada de literatura nem nada. É só a minha opinião.}

Continuando e me corrigindo. Foi o livro mais legal que li no ano passado. Sinopse:

“Eram tempos difíceis para David Gilmour – sem trabalho fixo, com o dinheiro curto e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. Diante da desorientação e da infelicidade desse filho-problema, o pai faz uma oferta fora dos padrões – o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos pelo pai. Com essa aposta diferente na recuperação e na formação de um rapaz que está ‘perdido’, formaram o clube do filme. Semana a semana, lado a lado, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema.”

David não falava nada sobre análise fotográfica, jogo de câmera, abertura de lentes, plano sequência, atuação impecável, trilha que acompanha o ritmo do filme, ver o filme ao contrário escutando o disco Dark  Side Of The Moon (eu sei que não é isso) para ter outra percepção e muitas outras coisas. Os filmes tinham isso tudo. Mas Gilmour não conversava sobre esses aspectos com Jesse. Coisa que para um crítico de cinema, é algo realmente inédito.  Nelson Rodrigues sabiamente já disse: “Ou o cara é crítico, ou é inteligente”. Nesse caso, David Gilmour abandonou o crítico para ser inteligente e nos presentear com esse livro tão legal de ler.

Se você acha que eram filmes europeus “cabeçudos”, eles estavam lá. Junto com Tubarão, O Exorcista e 007. Perca esse preconceito, rapaz.

A história é incrível. E isso você vai descobrir quando ler. Leia. Por favor. Este blog precisa de comentários pra sobreviver. Ou comente mesmo sem ler, pra me chamar de pretencioso, louco e sem nexo.

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Depois de quase um ano que eu li o livro, hoje vi esse vídeo da Livraria Cultura e lembrei de como eu queria indicar o livro pra mais gente, escrever algo sobre ele e assistir toda a lista de filmes que Jesse Gilmour viu.

Novamente, leia o livro e veja esse vídeo:

* Ah, ouvir a música não tinha nada a ver com experiência nenhuma. É que e sempre quis fazer isso com um texto meu. Se você ouviu a música lendo, obrigado.


Mudanças no Cultbox

Como vocês devem ter notado, estamos passando por um período de reforma aqui no blog. O cabeçalho está todo torto, os índices fora do lugar, uma bagunça generalizada. Mas estamos trabalhando para deixar tudo melhor do que era antes. Já migramos para WordPress, temos – finalmente – nosso feed no iTunes, e voltaremos em breve com muitas outras novidades. Fiquem ligados no nosso twitter para mais informações.

Material impresso

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Existem hoje inúmeras ferramentas que podem ser utilizadas para a comunicação eficaz de materiais impressos. O Layout, a tipografia, as cores… Tudo isso é imprescindível pra transmitir informações e agregar valor ao design, mas muitas vezes esquecemos que o formato é a presença física de detalhes e acabamos deixando ele em segundo plano.
Embora tamanho, forma e extensão do material impresso – na maioria das vezes – seja padrão, ainda assim podemos fazer uso desses elementos para inovar no layout, não é mesmo?
Existem vários formatos já conhecidos por todos, como tamanho de posters, revistas, envelopes e livros. Mas muitos desses tamanhos já foram convencionados por questões ergonômicas mesmo, para que fique confortável a leitura e o manuseio desses materiais. Mas ainda assim, não faz do formato um padrão que não pode ser mudado. Além disso, dentro desses formatos outras inovações podem ser propostas, como os tipos de encadernação (sem costura, em lombada, ire-o, dobra francesa, encadernação japonesa e etc), capas duras, charneiras, estojos, formatos gigantes ou pequenos, cintas e etc. A imaginação é o limite. Para inspirar vocês, alguns impressos super lindos onde foram explorados formatos e brochuras.
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Deixo como indicação, o livro número 1 da série Design Básico.
O post completo, com todas as imagens, vocês encontram no OhPERA Blog.
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O homem esqueceu que é gente

Esse texto foge um pouco à proposta do blog. Ele não fala de música, de cinema, de artes e nem de seriados. Ele fala sobre como as pessoas enxergam determinadas coisas. Vou explicar direitinho. Como todo mundo (acho), eu também fiquei bem impressionado com que aconteceu aos mineiros lá do Chile. Primeiro por se tratar de uma situação inédita, que não seria imaginada nem pelo roteirista mais criativo de Hollywood. Segundo, pela forma como eles estão encarando a situação e por último pela reação da população chilena quando se descobriu que eles estavam vivos, mesmo à 700 metros de profundidade e com quase nenhum suprimento. Se você não acompanhou tudo, saiba que os chilenos foram as ruas comemorar. Buzinaram, gritaram, exibiram a bandeira do país e cantaram o hino. Mais parecia a celebração de um campeonato mundial de futebol ou que o governo anunciara um aumento elástico no salário mínimo. Não. Eles celebravam algo que muita gente esqueceu o quão importante é: a vida.

Dia desses ouvi um engenheiro de minas, autoridade no assunto, dizer que as chances deles eram restritas, que ainda não começaram a se confrontar porque ainda estavam sobre efeito da adrenalina, mas que brigar era uma questão de tempo. Provavelmente sucumbiriam às condições precárias e morreriam antes do resgate chegar. Ouvi outras pessoas falaram algo parecido e também outras que, como eu, são leigas no assunto concordarem e praticamente afirmarem que realmente eles não sobreviveriam. Ok, trata-se de uma opinião. Bastante racional, eu diria, baseada em conhecimentos científicos e comportamentais. Respeito a posição ou achismo de todo mundo. Só acho que o mundo precisa acreditar e dar atenção a boas histórias. Chega de martelar, por tanto tempo, notícias como: ”Pai joga filha do alto de um prédio, “Traficantes metralham imigrantes na fronteira do México com os Estados Unidos” ou “Homem estupra filha presa em um porão por dezenas de anos.”

O fato no Chile é um exemplo. Um exemplo de humanidade. Confesso que ver a reação daquelas pessoas me emocionou. Ver que uma população inteira esqueceu a disputa entre o partido A ou B, a rivalidade no futebol ou qualquer outro tipo de questão. Juntos, os chilenos lembraram que mais do que humanos, eles são gente. E é disso que a humanidade precisa: voltar a ser gente.

O melhor seriado de todos os tempos

Acho que o que eu vou escrever agora vai causar controvérsia e até alguma polêmica. Mas é bom reforçar que tudo não passa de uma opinião, nesse caso a minha, e você, nem ninguém, deve achar que eu to querendo colocar isso como verdade. Então, só pra adiantar, esse post é sobre um tema que 9, entre cada 10 leitores desse blog curte muito. Seriados de TV. Não sei, mas eu me sinto um E.T quando tocam nesse assunto. Heroes, Prison Break, Lost, Supernatural. Nada disso, absolutamente nada, me atrai. Não consigo ver graça em nenhum desses seriados que fazem muita gente passar horas a fio em frente a televisão (ou computador) assistindo sem parar ou conversar sobre os mistérios de uma ilha deserta, super heróis com poderes incríveis ou prisioneiros mothafuckas. Pra mim, o melhor de todos os seriados, não tem nada de especial. Ele só mostra o dia-a-dia de um menino. Uma pessoa normal, cheia de defeitos, anseios, medos, uma namoradinha e uma vontade danada de viver. Ele não é comentado em rodinhas de admiradores do formato, nem tem uma nova temporada por vir. Na verdade, ele foi escrito até 1993. Exatos 17 anos: idade de muitos fãs dos seriados de hoje em dia. Protagonizado pelo ator-mirin Fred Savage, Anos Incríveis (Wonder Years) foi um seriado criado pela NBC, uma rede de TV americana, que narra a história de uma criança, posteriormente de um adolescente, que vive na conturbada década de 60 em uma cidade pequena dos Estados Unidos.

Eu posso ressaltar várias coisas bacanas dessa história, mas a que mais atrai é o fato de tudo ser narrado pelo protagonista, só que já adulto. É como se ele pudesse assistir um compacto com os momentos mais importantes da juventude dele. O engraçado é que mesmo sendo caladão, impaciente e até meio marrento, Kevin Arnold consegue ser cativante. Acho que pela forma como ele mesmo, mais velho, explana os acontecimentos com a visão de alguém que viveu e aprendeu o que era aquilo tudo.

Fora isso, a trilha usada, a personalidade encarnada por cada personagem, as referências de uma década em que a cultura pop explodia e a sensibilidade de um menino que tentava se adaptar a tudo isso são outros pontos que fazem de Anos Incríveis, pelo menos pra mim, ser o melhor seriado de todos os tempos. Um documentário mostra os bastidores da série, uma conversa com diretores, roteiristas e, claro, com os atores.

Dá pra notar que o clima transmitido pelo seriado saltou pra fora da tela e atingiu todos os envolvidos na produção. Assistir a isso tudo e comprovar que o programa é a leitura fidedigna de uma geração só faz dele ainda mais apaixonante. Então, eu recomendo, e recomendo muito. Você vai rir, chorar, se angustiar e sentir na pele, de novo, o que é ser adolescente. Eu senti.


O primeiro flashmob da história

O primeiro Flash Mob da história.

Não bastava a música ser dançante. O Fat Boy Slim também levou isso para o clipe. E o melhor: colocou pessoas comuns dançando. Não precisa ser exímio dançarino. Basta se mexer. A mensagem fica clara nos quatro minutos de música, que foram registrados com uma câmera tremida, que deu um ar ainda mais amador ao clipe. O resultado é um clipe que pode ser considerado um dos primeiros flashmobs da história. Assista. Sua cadeira vai balançar sozinha.


A realidade do mundo moderno em camisetas.

Conversando com um grande amigo hoje pela manhã, eis que ele me manda um link com essas estampas de camisetas:






A ideia é do diretor de arte mineiro Felipe Tofani.
Se você tiver interesse em comprar as camisetas, dá uma passada no blog do cara e encomenda a sua.
Valeu pelo link, Mateus.
Eu já quero encomendar a minha.

Clipe da Semana.


Hoje eu só tenho uma coisa a dizer:

NÃO REPITA ISSO EM CASA. NEM NA RUA.
ESSE NÚMERO É FEITO POR PROFISSIONAIS ALTAMENTE QUALIFICADOS.


VOXEL

Voxel é como é chamada a representação a volumétrica de pixels. Interessante, não?
Você, com certeza, já deve ter visto alguma imagem de jogos como Pacman ou do Tetris assim, mas imagine só transformar esses quadradinhos coloridos em pinturas artísticas. Foi exatamente isso que o pessoal do
Sevens Heaven fez. Misturando ilustração vetorial com aplicação de texturas, o resultado ficou realmente fantástico.


Mais aqui
Sevens Heaven


Clipe da Semana


Essa semana vamos de Vampire Weekend -Cousins.
A música é quase que um brainstorm: simples, divertido, rápido, elétrico e outras coisas que vão sendo acrescentadas ao decorrer dele.


Clipe da Semana.

Clipe mutcho loco indicado pelo brother Rafael Moreno via twitter.

A estética do Clipe me lembra bastante algumas cenas do filme Science of Sleep, do diretor Michael Gondry, com muito mais psicodelia.

vejam abaixo:


Clipe da Semana


ludeal – allez l’amour

Não preciso falar mais nada, né?


The Parisians


Este é o primeiro clipe da banda francesa The Parisians. Dirigido por Davenel Nicolas e Thomas Delebecque e efeitos visuais desenvolvidos por Vincent Papaix.

The Parisians – Time For Nothing More from THE PARISIANS on Vimeo.


Clipe da Semana.

Mcbees – Wood


Essa é a animação rock’n roll mais legal que eu já vi e demorou mais de 4 meses pra ficar pronta.

Ela mescla 3D e tem alguns lances de 2D.

Criação de Simon Landrein e McBees, da The Mill.


John Mayer – AR


No fim de semana me senti meio culpado de não ter postado o clipe da semana nessa sexta-feira. Mas hoje confesso que valeu a pena ter esquecido pra poder postar esse hoje.

Todo mundo sabe que John Mayer é um dos caras mais talentosos da atualidade e já foi considerado um dos GodGuitars, segundo a Rolling Stone.

Mas vamos ao que interessa: Ações muito legais estão sendo feitas para divulgar o seu quinto disco, que se chama Battle Studies.

Pra começar, fizeram uma “cobertura” com todos os momentos de gravação do disco, com momentos de criação do artista e videos feito por ele mesmo. E vale salientar que John Mayer é um cara super engajado com a internet e um tuiteiro frenético.

Para lançar o disco, ele tá usando as redes sociais para divulgação e soltaram o novo single Who Says em streaming através do site dele.

Hoje vejo pelo Brainstorm 9, que Mayer acaba de lançar o clipe de “Heartbreak Warfare” com versão em realidade aumentada. Tá certo, essa tecnologia já foi usada pra cacete, mas covenhamos que se tratando do cara e tendo uma estratégia foda como essa, com certeza já vale imprimir o código pra ver qual é.

Assistam o clipe e acessem o site pra imprmir e ver em AR: www.johnmayer.com/ar


Nikon – Helicpter Boyz


Os Buchas.

Bucha | Def.: Giria carioca para “homem inseguro”, zé mané, pega-ninguém.


Todo cara já se sentiu tenso na frente de uma mulher, já pensou duas vezes antes de pedir o telefone da gata e já se pegou apaixonado por outra que nunca trocou duas palavras sequer.

O roteiro genial desta série vai desconstruir esse novo tipo de homem e quebrar o mito da cantada infalível, mostrando toda a trajetória de um cara que tenta saber o que fazer em relação às mulheres.

Cheia de referências “nerd-cult”, cultura pop, personagens dos quadrinhos e culto à juventude, posso seguramente comparar Os Buchas aos geniais filmes do mestre John Hughes.  

 série que conta com seis episódios de 40 segundos para celular, seis de dois minutos para internet, no portal do Canal Oi e que vai ao ar toda sexta-feira na Oi TV em diversos horários.
   
Segundo o próprio Gregório Duvivier, todo mundo tem um pouco de Bucha. 

Confiram abaixo o primeiro episódio da série.


Clipe da Semana


Já que isso aqui é um blog que preza pela criatividade, e acima de tudo, com autores que adoram ver as midias digitais sendo usada de forma inteligente para promover marcas e pessoas, decidi postar como Clipe da Semana essa ideia genial(perdoem as hipérboles, eu tenho um sério problema com elas) com uma câmera, um plano sequência e muitos loops.

8 instrumentos(incluindo pote de café, colher e botão de processador de alimentos) e apenas um multi-instrumentista cheio de personalidade com uma música pra lá de boa.

O nome dele é David Ford e Go to Hell é o primeiro single do cara, que já me deixou louco pra baixar o resto do disco dele.

Você pode me dizer que já viu isso aos montes por ai, mas com essa qualidade, meu amigo, eu garanto que é a primeira vez.

Se alguém achar o disco, por favor, poste nos coments.


Toy photography.

Quer uma ótima dica para fazer testes de luz, sombras e composição?

Toy photography é um execelente exercício para os fotógrafos de plantão e com certeza é um job pra lá de divertido(vide as fotos abaixo).


“Quando bem feito um fotógrafo pode respirar vida e personalidade em objetos inanimados sendo filmado. Acho que esses exemplos refletem isso”. The Photo Argus

Para ver mais, acesse o Thephotoargus. Lá eles fizeram uma seleção dos 35 melhores e clicando neles você vai parar no site dos fotógrafos.




Vale dar uma conferida também no blog do Danilo Siqueira que foi onde eu achei as fotos.


Clipe da Semana


Essa semana eu vou postar um clipe brazuca. Não pra fazer média, mas porque esse merece entrar aqui.

A música é da recifense radicada em São Paulo Luciana Lins, e o clipe é dirigido pelo também pernambucano Romero Cavalcanti.

Poesia na letra e na estética do clipe, música de melodia marcante, voz suave e maturidade musical que falta em muitas cantoras da atualidade.

Vale a pena escutar mais músicas dela e acompanhar o site que conta com projetos excelentes, inclusive um de compor com os fãs.

A música Poesia é a última faixa do CD Lulina Cristalina.

Site: www.lulilandia.wordpress.com


Eles sabem demais.

“Cada um cúmplice de uma história. Cada um com seu jeito de contar. Cada um num canto do mundo. Aqui, todos reunidos. Crônicas novas toda semana.”

É assim que Rafael Moreno, André Muhle(pronuncia-se “Múli”) e Rita Angeiras se descrevem e escrevem crônicas fantásticas toda semana nesse blog que vai estar nos seus favoritos (Ctrl+D) antes de terminar de ler esse post.

Se você é ou não amante das palavras, o Eles Sabem Demais com certeza vai preencher sua semana com crônicas de qualidade e histórias divertidas que pra mim, não ficam atrás de grandes nomes da literatura.

Sigam eles no twitter @elessabemdemais e não deixem de ler o blog.

Pra finalizar este post, deixo vocês com um dos textos escritos por André Muhle.

SEGUNDOS

Precisei de 5 segundos para te ver aquele sábado na praia.
Depois, precisei de mais 10 pra não parar mais de te olhar.
Em 30, você parecia ser a pessoa mais linda que já vi na vida.
Durante 3 minutos me preparei e fui para o seu guarda-sol.
Foram 35 minutos de conversa e até hoje lembro cada palavra.
Bastaram 3 semanas para perceber que queria você para sempre.
Em 8 semanas, eu tinha vontade de te pedir em casamento. Juro.
9 meses e eu queria ter um filho com você. Melhor, uma filha.
Com 1 ano, eu pensava que passaria mais 12 décadas ao seu lado.
2 anos e 3 meses e eu morreria se você partisse.
2 anos e 6 meses e eu não morreria, mas ainda sentiria sua falta.
Em 3 anos, eu comecei a me sentir só. Você ficou fria e distante.
Mais 3 meses e a coisa não melhorava. Nem parecia que iria.
Em 2 semanas comecei a sentir raiva de você. Foi estranho.
Em 3 dias te chamei pra conversar. Não tinha outra solução.
35 minutos de conversa e concordamos que era o fim.
Por 3 minutos, a gente chorou.
Por 30 segundos, ficamos calados.
Por 5 segundos, a gente deu o último beijo.
Agora faz 3 meses.
E me parece que não importa quanto tempo leve,
eu nunca mais vou conseguir esquecer você.


Cabine Celular


Como nesse blog a gente fala bastante de cinema, resolvi fazer esse post com uma dica excelente para os amantes da sétima arte.

O projeto Cabine Celular foi desenvolvido pelo cineasta e uma das vozes do Rapaduracast, Maurício Saldanha.

Assim que ele acaba de ver um filme, pega o seu celular e filma a sua crítica em poucos minutos. No site você encontra os videos separados por suas capas e um conteúdo de A a Z com comentários construtivos, pertinentes e sobretudo divertidos.

O que eu acho mais genial do Cabine Celular é a utilização dessa tecnologia tão pouco explorada de forma legal e inteligente.

Para conferir o site clique aqui.

O vídeo abaixo é a crítica do MauSaldanha sobre UP, que foi comentado semana passada aqui no Cultbox (post aqui).


Finalmente UP.


Depois de quase 5 meses de atraso para estrear no Brasil, eis que UP – e sua péssima tradução “Altas Aventuras” – chega às nossas telonas.

Assisti sexta-feira passada e me arrependi de não ter visto em 3D.

Sobre o filme, seguramente eu posso dizer que de fato a Pixar não erra a mão nas suas animações e UP é uma das melhores.

Roteiro maravilhoso, diálogos inteligentes, história emocionante(isso mesmo. Talvez você chore nos 5 primeiros minutos do filme) e diversão garantida: esse é o meu breve e leigo resumo sobre UP.

Tudo isso sem contar com o curta Partly Cloud antes de começar o filme, que é bacanudo demais(assista aqui).

Carlos Merigo, do Brainstorm 9 ontem falou uma coisa que não me saiu da cabeça enquanto assistia UP: Definitivamente, chegou a hora de uma animação ganhar Oscar de Melhor Filme”

É isso meu caros. Para quem não viu, veja. E quem viu, aqui embaixo do post tem um link chamado comentários.