Cultbox

Clipe

Luz, câmera e muita grana para direitos autorais

Pegue uma carraiada de filmes dos anos 80, subistitua o rosto dos protagonistas por uma versão 3D  e tosca de si mesmo e, pronto, você tem um clipe sensacional e digno de um dos maiores processos judiciais de todos os tempos.


Stuck In The Sound – PURSUIT por stuckinthesound

Pursuit é primeiro single do novo álbum da Stuck In The Sound, banda francesa de indie rock.
Ou o agente deles é muito bom, ou é melhor que o advogado seja.


“My Favorite (clipe da semana) Way”

Sem palavras.

Dica de Marcus Oliveira.


The Loner

Fuçando videos legais pelo Vimeo, esbarrei nessa animação, na verdade um clipe para a música intitulada “The Loner”. Bem bonitinha.
[Nota mental: lembra muito o clima e os personagens do Coffee and TV, do Blur.]
Tentei cascavilhar alguma coisa sobre a banda, mas tudo que encontrei é que The Freaks é formada por quatro caras da Coréia do Sul. No mínimo, inusitado, hein?


Bom final de Semana.

Faz tempo que não rola um clip da semana por aqui, então lá vai.

Clipe da semana.

Drogas? Parei, mas o clipe é muito doido.


Clipe da Semana.

eu ainda quero postar especificamente sobre o watch listen and tell, que é o lugar onde eu mais tenho visto bandas legais ultimamente. mas como hoje é dia de clipe da semana, vai só um vídeo.

misty miller é uma pirralha muito da talentosa, que toca ukulele e tem uma voz que combina muito com a sua sexta-feira-preguiçosa-com-vontade-de-ir-pra-casa.

veja isso:

 


KASABIAN – SWITCHBLADE SMILES

 

A banda provavelmente vocês conhecem, mas acho que esse clipe ainda não.

O Kasabian acabou de lançar o seu novo clipe, SWITCHBLADE SMILES, que faz parte do novo álbum, Velociraptor!.

Mais pesada do que os caras geralmente tem feito, o clipe conta com um cenário minimalista e abusa do contraste total de fundo branco e roupas instrumentos pretos. Não tem muito o que comentar. O resultado ficou ótimo.

A direção é do artista plástico/designer Aitor Throup. Aqui vocês podem conferir um pouco mais do trabalho do diretor.


Seu padre, me perdoa porque eu pequei

Desculpa a rigidez, mas se você ainda não ouviu o disco novo do Arctic Monkeys, procure a igreja mais próxima da sua casa, vá se confessar e eu espero que o padre te passe uma penitência das brabas.

Quando saiu a primeira música do disco, Brick by Brick, confesso que tive o medo de sofrer uma grande decepção como tive com outra banda que não marece ser citada nesse post, porque seria um sacrilégio.

Mas então, aí vem o danado do Suck it And See, que de cara já me agradou pelo nome. Eu esperava que ele fosse demorar, mas meu guru musical (@eduardofialho) me passa o link pra baixar no meio das minhas férias, um dia antes de pegar a estrada.

Gravei um disco. Sim, eu costumo gravar discos (vou postar sobre isso um dia). Fui daqui pra Maceió com ele no som do carro e devo ter ouvido algumas vezes seguidas no caminho. Aí vem a dica: esse é o tipo de disco que tu escuta tranquilamente sem nem sentir que as músicas estão passando. Mentira. Se você curte uma air guitar ou air drum, não vai se controlar em algumas músicas. De vez em quando meu dupla, o cara que senta do meu lado no trabalho, sofre com a mesa balançando no meio de The Hellcat Spangled Shalalala (que por sinal esse Shalalala é genial).

Sei que é meio idiota dizer isso, mas o disco inteiro é bom. Vai por mim. Compra logo, ou comenta aqui pedindo que eu gravo um disco pra você.

Sério. não cometa o grave erro de não ouvir esse disco. Não deixe ele passar despercebido. Se você curte o tipo de som, agrade ao altíssimo. Se você não curte esse tipo de som, “pai, perdoa. eles não sabem o que fazem”.

Agora vão as menções honrosas do disco com os devidos créditos e pedidos de RT desse post no twitter.

O primeiro vai pra Dudu (@eduardofialho) que me mandou Brick By Brick. Só isso.

O segundo vai pra Nathalia (@nathaliacunha) que disse que Reckless Serenade era uma música viciante. Acertou bonito.

O terceiro vai pra Henrique Zirpoli (@heinz_) que achou a versão acústica mais fera de Suck it And See.
(true story RT @guerrapedro Artic Monkeys, Suck it and See, os dois versos finais mais impactantes da história da música)

O quarto e não menos importante vai pro MTFCKA Alex Turner, por fazer a coreografia de macarena no Big Weekend.

“You have got that face that just says
baby I was made to break your heart”

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ATUALIZAÇÃO

Desculpem por me intrometer num post alheio, mas precisava incluir uma menção honrosa a She’s Thunderstorms. Já virou a minha faixa favorita e, nesse momento, é reproduzida em loop no meu iTunes. (Dudu)

Saquem aí:

 


Clipe(s) da Semana.

O odiado Black Eyed Peas, a incontrolável Single Ladies e a… a… a… Katy Perry do jeito mais divertido que você poderia ver.

The Cleverlys faz a Country Music ser ainda mais legal, engraçada e também deve causar odio nos mais xiitas.

Eu curti.

Se você curtiu, aconselho você a procurar mais vídeos dos caras.

Numa tarde de sexta-feira, depois de um almoço farto (com algumas cervejas?) isso vai ajudar bastante. Vai por mim.

 


Uma semana de fúria

Em semana produtiva, dois clipes pra animar a galera não faz mal a ninguém, né?

Foo Fighter parodiando Um Dia de Furia. Tinha como dar errado?


Clipe da Semana

 

legal, né?


Clipe da Semana

Crianças, armas, drogas, sangue, explosões… Isso é o que eu chamo de politicamente incorreto. Mas vai dizer que suas brincadeiras de criança também não eram assim?

Clipe muito bacana do Is Tropical, dirigido por um tal de MEGAFORCE.

IS TROPICAL – THE GREEKS (official music video) from EL NINO on Vimeo.


Eu indico – Death Cab for Cutie

Acabei de conhecer a banda. Literalmente. Tomando café, às 6:50 da manhã.

Nunca tinha visto, e mais, ela tem vários clipes legais.

Death Cab for Cutie – O primeiro clipe que vou postar é de uma simplicidade que espanta e como boa parte dos clipe simples, muito bom.

Um ótimo café da manhã para vocês.

 

Depois farei outro post falando mais da banda.

Agora não dá. Tô atrasado, tenho que levar minha pequena Luna para o colégio e ela já está atrasada.

Fui!


A banda mais horrível da cidade?

Não vou perguntar se você já viu o clipe de Oração, da Banda Mais Bonita da Cidade. A não ser que tenham cortado a conexão da sua internet nos últimos 7 dias, não há como ter passado imune ao hit instantâneo que o vídeo se transformou. Nesse exato momento em que escrevo,  já contabiliza  1831397 visualizações no Youtube. Faça o teste, cheque esse número agora.


Mas não é sobre isso que quero tratar.

Vocês viram o texto do jornalista Álvaro Pereira Júnior, publicado em sua coluna na Folha, na última segunda-feira? Se não, aí vai:

A BANDA MAIS HORRÍVEL DA CIDADE

SURGIU UM novo saco de pancadas para descolados: a horrenda A Banda Mais Bonita da Cidade, coletivo de hippies de Curitiba.
Bombaram nos últimos dias com clipe de “Oração”, hino igrejeiro que, parece, será a “Andança” do século 21. “Andança”, como o pessoal de certa idade sabe, assombrou faculdades e festinhas de bichos-grilos por décadas, com seus cantos e contracantos e letra “purinha” (“Por onde for/quero ser seu par”).
O clipe de “Oração”, como reza a moda, foi feito em plano-sequência, ou seja, sem cortes. Também como dita a tendência, no clipe um sujeito sai na caminhada e vai encontrando seus amiguinhos.
É a mesma fórmula da abertura de alguns programas de TV, do comercial da Net com o mala do violãozinho, e do clipe de “Nightwalker”, de Thiago Pethit (já zoado nesta coluna -mas que pelo menos tem a deusa Alice Braga, e não um bando de hippies).
Mas vamos voltar a “Oração” e à Banda. Na semana passada foi uma zoação geral com os caras, provavelmente porque não são considerados indies o suficiente. O clipe do Pethit, gravado em Higienópolis, é “lindo”. Mas os pobres jecas de Curitiba apanharam.
Desculpem, indies paulistanos, mas A Banda Mais Bonita da Cidade é tão indie quanto vocês. Porque a inspiração é, obviamente, o Arcade Fire, e o estilo de celebração coletiva que consagrou. Só que não é exatamente celebração, mas uma alegria postiça, histérica -como num ritual da seita Renascer, ou numa missa da Renovação Carismática.
Cada vez mais anódino e assexuado, o indie brasileiro é pai legítimo da Banda Mais Bonita. A mãe é o Arcade Fire. E os filhos, espero não estar mais por aqui quando eles surgirem.

ÁLVARO PEREIRA JÚNIOR cby2k@uol.com.br

 

Quero só levantar uma bola, será que precisa mesmo tirar os “hippongas”, como o texto mesmo classifica, pra cristo? Tenho visto uma série de posts e comentários concordando com a opinião do Álvaro e me pergunto se em algum momento aquela “garotada” se propôs a salvar a música nacional. Não me lembro de ter visto ninguém ali correndo pelado ou levantando alguma bandeira pra ser taxado de hippie. Na minha humilde opinião, é um bando de garotos mesmo, que se juntaram  pra filmar o que parece ser o hino daquela turma e fizeram um vídeo massa. Só isso. Deixa a galera ser feliz. Queria eu estar ali, naquela vibe. Mérito deles que um um monte de gente gostou e resolveu espalhar, mas não vamos tranformar isso numa Rebeca Black made in Brazil, né?

Às vezes, a gente precisa levar as coisas menos a sério. Ou não. Vai ver esse Álvaro Pereira Júnior é um mal comido mesmo.

Brincadeira.


Clipe da Semana.

Antigos espiritos do mal, transformem esta forma decadente em, oh wait!

De decadente, o clipe da semana não tem nada.

Sabe aquele sonho de formar uma banda de rock’n roll quando você tem 14 anos? Então, sabe aquele nome ridículo que você sugeriu na maior empolgação e provavelmente a galera da banda deve ter dito: “legal, mas vamo pensando em um nome melhor. por enquanto fica esse”!?

Foi o que aconteceu com Niall Buckler e o sonho de ser rockstar durou oito anos.

Conheci essa banda através do filme 500 dias com ela. É uma das trilhas sonoras que não deixam de rolar toda semana no meu iTunes.

Ah, além da indicação do filme, da trilha dele, vale a pena conhecer o resto do trabalho desses caras.

E só pra deixar claro, eu acho genial o nome da banda.

Mumm-Ra – She’s Got You High


Clipe da Semana | Metronomy – The Look

Nesta semana “vagabunda” de POST no Cultbox, segue o Clipe da Semana.

Um clipe legal e simples. Clean total  e com pessoas morgadas(esse comentário é bem particular).

Importante:

Esse é mais um Clipe da Semana chupado discaradamento do http://cartolamagica.posterous.com/

 

 


Wasting Light – Pra ver.

 

Você aí, que desde que escutou o Wasting Light esqueceu que existe outra forma de música habitante nessa terra, esse post é pra você passar mais um tempo pensando isso.

Wasting Light, na íntegra, em HD.

Rou!

 


Clipe da Semana

Você provavelmente vai me odiar por colocar um chiclete absurdo na sua cabeça. Ou provavelmente você vai me amar por tirar “vou não, quero não” e “ey-ey-eymael” e outra música ruim que você não para de cantarolar.

Sinceramente, eu espero que nenhum dos dois.

Eu só queria que você conhecesse a banda Two Doors Cinema Club.

Esses moleques irlandeses que mandam muito bem.

Com vocês, o sósia do Ronnie de Harry Potter.

Além disso, vale dar uma espiada na faixa acústica do projeto Watch, Listen Tell [vai ser outro post] de outro chicletinho dos caras.


Mark Lanegan para Iniciantes

ATENÇÃO: As opiniões expressas nesse post são de inteira responsabilidade do autor e não refletem a opinião dos demais integrantes deste site.

Depressão, drogas pesadas, insegurança, confusão, ironia e colhões para botar tudo isso pra fora. Se você não tiver pelo menos alguns desses requisitos, você não pode ter uma banda de rock decente. Não adianta aumentar a guitarra, nem comprar um pedal de distorção fodaço, nem rasgar a sua Levi’s 535. Você só pode ter uma banda de rock de verdade se tiver alguma doença pra botar pra fora. Senão você faz rock/pop, o que não é bom. Juro.

Esse aí é Mark Lanegan. O vocalista mais prolífico de todas bandas que eu ouvia quando adolescente. Ele tocava numa banda chamada Screaming Trees, contemporânea das bandas que me “educaram” musicalmente: Sonic Youth, Nirvana, Pearl Jam, Faith no More, Soundgarden, Alice in Chains, Blind Melon…

Redescobri o cara recentemente cantando na minha banda preditela, a Queens of the Stone Age. Mas hoje eu vou falar da Mark Lanegan Band. O disco é de 2004 e se chama Bubblegum. Que era bom eu já esperava. A surpresa veio quando eu abri o Wikipédia e vi o quanto esse cara trabalhou durante todos esses anos. Foram tantos projetos, com tanta gente, que precisei da ajuda do meu amigo Thales Molina para fazer um infográfico que desse uma dimensão do que Mark Lanegan fez durante todo esse tempo.

(clique para ampliar)

Bubblegum é moderno, triste, econômico, sombrio, com forte influência de blues e a voz do cabra dá calafrios até no Capitão Nascimento. Um patrocínio Marlboro Red. Tire os objetos cortantes da sala.

O clipe é da primeira faixa Hit the City, provavelmente a mais feliz do disco. Entenda isso como quiser.

Escolhi também a música Wedding Dress, uma letra tão sombria e uma melodia tão arrastada que por alguns momentos estar triste chega a ser confortável. Mas vale escutar o disco todo.


Clipe das próximas semanas

Esqueça Conan, O Bárbaro.

Esqueça Xena, A Princesa Guerreira.

Pegue “Foge! Foge! Mulher Maravilha. Foge! Foge! Com Superman” e jogue no lixo.

O próximo hit que você ouvirá à exaustão está logo aqui abaixo. Um mistura de tudo o que é épico só poderia ser “LEGENDARY!”

Foge! Foge! Ops… Quer dizer… Corre! Corre pra conferir!

Stefhany – Menino Sexy


Desafio Cultbox

Atomic Tom: anota aí esse nome.

Primeiro o clipe só com iPhones, agora esse. Mandaram muito bem

Quais os filmes?

Comenta aí.


Clipe da Semana

Ainda dá tempo!

Corra!

Aproveite!

Não deixe de ver!

Acredite: se você não curte Lady Gaga, você vai curtir.

Vai logo. Tá esperando o quê?

Via @Heinz_


Clipe da Semana

Então, hoje é sexta e como vocês ja sabem. Tem o cilpe da Semana.

Eu escolhi o clipe da cantora Adele que conheci a pouco tempo. No post que vi Adele pela primeira vez, ela estava sendo comparada, nada mais e nada menos, com Cee Lo Green. Ou seja, para vocês essas semana… lá vai Cee Lo Green de SAIA.

Muito bom!


Clipe da Semana.

Não podia ser outro.

Performance individual de Thom Yorke para o novo disco The King of Limbs.

Ainda não formei minha opinião sobre o clipe, mas curti a música.


Clipe da semana

A formação clássica do rock é Vocal + Guitarra + Baixo + Bateria.

Algumas vezes tem uma guitarra a mais. Geralmente o cara que canta vai lá e toca uma guitarrinha base.

Mas em outras, um outro instrumentista vai lá e assume o vocal. E aí vem o Power Trio.

Sinceramente? Sou fã de power trios.

Mas sou fascinado mesmo por Power Duos.

Guitarra e bateria. Você saca que tá faltando alguma coisa.

Que o som tá bem mais simples. Mas nem por isso, menos rico.

Talvez o Power Duo mais conhecido seja The White Stripes.

Mas você precisa conhecer The Black Keys.

No segundo album “Brothers” (de onde tiramos o clipe da semana), eles já estão tocando com mais um baixista e um tecladista.

Mas o som cru, simples e fodástico tá lá.

Tighten Up é um sonzaço de primeira. Saca aí.