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Cinema

A outra face de Stiller

Bem Stiller é sinônimo de comédia. O ator é um dos maiores nomes do gênero e coleciona atuações e participações em dezenas de filmes que fizeram e fazem o mundo todo rir. Mas bem Stiller tem um outro lado. Um lado ainda pouco explorado pode ser visto em Permanent Midnight ou Uma noite alucinante, em português. O filme é a autobiografia de Jerry Stahl, um conhecido roteirista americano que escreveu para Alf – O E. Teimoso e tem uma história de vi que inclui vício em drogas e relações conturbadas. O filme conta com um elenco de primeira. Além de bem Stiller, estão Elizabeth Hurley, Owen Wilson, Maria Bello e Fred Willard. O filme mostra todo o drama vivido pelo escritor e como as drogas podem ser destrutivas. A premissa pode parecer clichê, mas basta assistir pra ver que ele passa longe de ser só mais uma produção desse tipo. Bom, eu indico sem medo de errar. Assistam.


Tarantino is back!

Informações ou desinformações sobre o filme:

Django Unchained

Django Unchained is the title of Quentin Tarantino’s upcoming movie (probably 2012).

Release date: tbc, 2012?
Director: Quentin Tarantino ($)
Screenplay: Quentin Tarantino ($)
Producers: Stacey Sher, Pilar Savone, Harvey Weinstein
Cinematography:
Cast: Christoph Waltz (rumored), Franco Nero (rumored)
Genre and Story: Unconfirmed: This is going to be a “southern”, about a freed slave bounty hunter. Might also be a real spaghetti western.
Shooting Locations:
Companies: The Weinstein Company (domestic distribution), Universal Pictures (intl. distrib., unconfirmed, could also be Warner, Sony or Paramount)
Budget: ?
Production start: Q3 2011
Script length: 166 pages (unconfirmed)

Atualizado 1

O título é uma homenagem ao clássico Django de Sergio Corbucci, estrelado por Franco Nero em 1966. Ao contrário do que se espera, o filme não se passa no velho oeste, mas sim no sul dos Estados Unidos.

Fontes do Shadow and Act (via Collider) divulgaram uma sinopse do filme.

“Django é um escravo liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão (que será vivido por Christoph Waltz) torna-se um mercenário perigoso. Depois de auxiliar seu mentor em alguns trabalhos por dinheiro, os dois partem para uma missão pessoal: encontrar e libertar a esposa de Django das garras de um fazendeiro inescrupuloso”.

Para saber mais, leia aqui: http://www.tarantino.info/2011/04/30/tarantinos-next-movie-is-django-unchained/

E claro, veja o trailer (?):

ATIALIZADO 2

Na verdade, este é o trailer de Sukiyaki Western Django, um western japonês (!!!) de 2007, que contou com Tarantino diante das camêras, interpretando um personagem semelhante ao Nero do original de 66.

Aqui o trailer do Spaghetti Western, Django:

Ah, desculpa se a música ficou na sua cabeça.
Djaaangooo!


Dois Coelhos

E parece que FINALMENTE vai sair um bom filme NACIONAL de ficção/ação policial. Sem ser na favela, sem ser documentário. É verdade que o foco continua muito parecido com os outros filmes de ação nacionais, afinal, a ficção ainda ainda envolve muita corrupção, polícia e band… ops… políticos.

Dois Coelhos é a primeira produção para longa da Black Maria, e marca a estréia na direção de Afonso Poyart, já bem conhecido por fazer filmes publicitários.

Vamos torcer para que a promessa de um grande filme de ação nacional se cumpra e que tenha ótima bilheteria. Pelo trailer o filme tem uma pegada diferente, além de ser muito, muito mais bem feito do que os filmes que temos visto por aí. A estréia acontece em 21 de outubro deste ano.

Blog: doiscoelhos.wordpress.com

www.doiscoelhos.com.br

Confira.


Porra, Sidney!

Clique para ampliar

Nova década. Novas regras. Mesmos sustos.

A trama se passa dez anos depois do terceiro Pânico. Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette voltam aos seus papéis e Wes Craven dirige. Rory Culkin, Hayden Paniettiere e Emma Roberts também estão no elenco.

Pânico 4 (Scream 4) estreia em 15 de abril nos EUA e no Brasil.


O prêmio mais esperado do ano

Sim. Já saiu o prêmio mais esperado do ano. (Um dos, pelo menos.)

Para quem gosta de rir com os critérios de escolha de “Pior Filme”, “Pior Diretor”, “Pior Elenco”

Sim. Já rolou o Framboesa de Ouro 2011.

Pra quem ficou ansioso para ver um filme e se decepcionou bastante…
Ou pra quem vive de saco cheio com aquele blockbuster que todo mundo vai ver mas que é uma grande b…
Para você, foi feito o Framboesa de Ouro.

O prêmio surgiu em 1980 pra ser o contraponto do Oscar. Idealizado por John Wilson.

Tem como principais vencedores “A Reconquista” – 2000 – de John Travolta. Ganhador de 9 framboesas.

E Sylvester Stallone. Indicado 20 vezes e com 10 prêmios no currículo.

Ano passado Sandra Bullock ganhou e compareceu a entrega.
O mais engraçado é que no dia seguinte ela ganhava a sua estatueta do Oscar.
Infelizmente não pelo mesmo filme. =P

Mas bem a lista dos ganhadores desse ano é a seguinte:

Pior Filme
O Último Mestre do Ar

Pior Diretor
M. Night Shyamalan (O Último Mestre do Ar)

Pior Ator
Ashton Kutcher (Par Perfeito e Idas e Vindas do Amor)

Pior Atriz
Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Cynthia Nixon e Kristen Davis (Sex and the City 2)

Pior Ator Coadjuvante
Jackson Rathbone (O Último Mestre do Ar e A Saga Crepúsculo: Eclipse)

Pior Atriz Coadjuvante
Jessica Alba (O Assassino em Mi, Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família, Machete e Idas e Vindas do Amor)

Pior Roteiro
O Último Mestre do Ar

Pior Casal ou Elenco
Elenco de Sex and the City 2

Pior Prelúdio, Remake, Sequência ou Plágio
Sex and the City 2

Pior 3D de Arrancar os Olhos
O Último Mestre do Ar


I Started a Joke…

15 minutos de projeção, olho para o lado e minha namorada sinaliza com o polegar apontando para baixo que não estava gostando do filme. Também, deveras: um filme sobre boxe não faz o gosto de muita gente. Logo vi que essa luta ia ser difícil.

Mas O Vencedor, assim como um embate entre Silva e Belfort engana. Começa cadenciado, como os adversários se  estudando antes de partir para o confronto.  E quando a platéia já começa a apresentar certa impaciência, desfere o golpe que te coloca no chão. Tão preciso e carinhoso  quanto um chute do Steven Seagal bem no meio da sua face. Um nocaute rápido e limpo.

Indicado ao Oscar de melhor filme, The Fighter, no título original, acompanha a trajetória de Micky Ward (Mark Wahlberg), um boxeador que tenta escapar do rótulo de trampolim para a carreira de outros pugilistas e recobrar o título de “Orgulho de Lowell”, sua cidade natal, outrora conquistado por seu irmão mais velho, Dicky (Christian Bale), agora perdido em meio ao vício em crack.

- Pausa para um parágrafo especial só para Christian Bale -

O filme é DELE.

E Bale seguiu direitinho a cartilha para levar um carequinha dourado pra casa: transformação física, entrega total ao personagem, sotaque esquisito e trejeito de maluco.

Já seria suficientemente chocante se Dicky Eklund não fosse um cara de verdade.

- Voltando -

Com um time codjuvantes peso-pesado, o único que parece um pouco fora da catergoria é Mark Wahlberg, mas que não chega a comprometer. Amy Adams (aquela de Julie & Julia e Encantada) segue firmando seu nome entre os que merecem especial atenção. Outra que rouba a cena é Melissa Leo, que interpreta a chefe da família e condutora da carreira de Micky, e protagoniza ao lado de Bale uma das cenas mais divertidas e tocantes do filme. É impossivel não cantarolar os versos de “I Started a Joke“, do Bee Gees, junto com eles.

Por fim, você vai sair do cinema mais ou menos como o Anderson Silva saiu da arena, afinal, O Vencedor é sobre vencedores – com a diferença que o Steven Seagal não tem nenhum envolvimento com filme. Amém.


Nunca mais vou rir de um gago

Antes de ser o filme indicado ao Oscar, antes de ser um filme de época, antes de ser um filme que tem Colin Firth, antes de ser um filme de Tom Hooper, antes de ser um filme inglês, antes de ser o filme de um diretor com poucos filmes e já estar no Oscar dominando as indicações, antes de tudo isso, O Discurso do Rei é uma aula pra você nunca mais rir de um gago.

O filme mostra tudo que o rei George VI passou por causa da sua gagueira e como ele superou o trauma e ainda ganhou o seu melhor amigo, o fonoaudiólogo australiano e grande figura, Lionel Logue, que o ajudou a fazer um grande discurso às vésperas da guerra contra a Alemanha.

Além disso, o filme também tem um Colin Firth brilhante, e, na minha humilde e burra opinião, não vejo motivos pra alguém tirar o oscar dele. E se ele levar mesmo, fez por merecer cada grama de ouro da estatueta.

Ele e Geoffrey Rush juntos é por diversas vezes, hilário. Sim, um humor inglês dos bons. (As suas últimas risadas de um gago, eu espero).

Eu diria que já vi Helena Bonham Carter melhor. Longe de ser uma má atuação. Mas pra mim, só dela estar lá, já valeu. E sou fã de Marla Singer.

Vale ressaltar as cenas filmadas com grande-angulares, que o diretor usa como técnica para exaltar a figura idealista e esse método termina sendo um sufocador pra quem assiste e termina colocando o expectador na pele do pobre rei, que se vê rodeado pelos súditos, onde sua gagueira fica ainda mais grave.

Pouco importa o que ele fala no discurso. Todo mundo – inclusive eu – torce para que ele fale tudo sem titubear. A trilha acompanha ele perfeitamente e no final tá lá, você rindo feliz da vida.

Não se iluda. Apesar de ser “um filme de Guerra”, tem final feliz, daqueles que realmente deixa você feliz, por mais redundante que isso pareça.

Vale cada minuto.

nota do editor: isso não é uma crítica. é opinião pessoal.



Oscar 2011

O Oscar tá chegando e tem muita gente – que assim como eu – está numa ansiedade absurda.

Vi isso hoje no blog da Chico Rei, gostei muito e resolvi postar aqui pra quem curte cinema e claro, coisas feitas com Lego.

Quem vai ganhar eu não sei, mas façam suas apostas em qual é o melhor filme feito de Lego.

A Rede Social

O Discurso Do Rei

Minhas Mães e Meu Pai

Bravura Indômita

127 Horas

Toy Story 3

A Origem

Inverno da Alma

Cisne Negro

O Vencedor


A briga da maçã com a janela

A disputa Apple X Microsoft já dura perto de 30 anos. Comerciais, declarações e lançamentos de novos produtos foram usados para uma atacar a outra. De um lado, um nerd vindo de Harvard apaixonado por computadores, novidade que surgia e tinha o controle quase que absoluto da IBM, do outro um estudante de Berkley que experimentava drogas, religiões orientais e técnicas de meditação e tinha amizade com um também amante de computadores. Perfis bem diferentes marcaram o início das duas maiores empresas de computador do mundo. Piratas do Vale do Silício retrata o surgimento e o desenvolvimento da Apple e da Microsoft. O filme é uma reprodução bem humorada de como tudo se desenrolou e foi feliz na escolha dos protagonistas, que mergulharam a fundo nos personagens. Não sei se existe um DVD dele, já que ele foi lançado para ser exibido exclusivamente na televisão, mas não é difícil achar pelos torrent´s ou emule´s da vida. Procurem, baixem e vejam. É massa.



Esse é Aron Ralston

127 horas se passa em apenas um ambiente e só tem um ator, praticamente. Se você não assistiu o filme e não sabe do que se trata, eu vou entender perfeitamente se você achar que é um filme ruim, monótono e até desconfiar que seja um projeto de faculdade. Mas não é. É um filmaço. Danny Boyle (Quem quer ser um milionário) conseguiu fazer dele – que já é uma história de arrepiar – aquele tipo de filme que você termina de ver e quer que todo mundo veja. Destaque para as cenas de flashback, que são lindas.

Sabe aqueles livros auto-ajuda e motivacional por apenas 15,99  que você encontra nos melhores postos de gasolina, bancas de revista e na primeira ilha das livrarias, juntos com os livros do menino do pijama, do sótão, que roubava pipas, que empinava livros? Esqueça todos. Se tiver algum na prateleira, jogue tudo fora.

Aron Ralston é um guerreiro, na forma mais literal que você puder entender a palavra guerreiro. E James Franco retrata isso muito bem.

Outra coisa: você deve achar que já sabe o final do filme e sabe mesmo. É aquilo. O cara amputa o próprio braço pra não morrer.

Mas saber o final desse filme é o mesmo que saber que o navio de Titanic vai afundar no final. A diferença é que 127 horas é bom. Só isso. (Juro que eu não queria fazer essa comparação, mas teve que ser).

Quando me disseram que algumas pessoas bateram palmas no final do filme, eu entendi perfeitamente. Fiquei com a mesma vontade.

Aron Ralston, tu é o cara. James Franco, eu te respeito. Danny Boyle, qual o próximo projeto?

Sinopse: 127 Horas‘ narra a história baseada em fatos reais do alpinista Aron Ralston, vivido por James Franco, que luta por sua sobrevivência após uma rocha cair sobre seu braço e aprisioná-lo em um isolado cânion em Utah.


Você não precisa de uma casa com vista para o mar

Não, você não acessou o blog errado.

E não, você não leu errado o título desse post. (Pode até ler de novo.)

É. O que você precisa é de uma parede azul em casa. E um carinha pra fazer a computação gráfica.

As paisagens maravilhosas que você vê nos filmes, por exemplo, não existem.

E não estou falando de filmes que passam numa realidade fantástica de uma galáxia bem distante.

Existem cenas que seriam normalmente filmadas in loco que hoje são feitas em estúdio. E com computação gráfica pesada em cima. (Preste atenção na cena da “desova” no barco no filme abaixo)

Então, me impressionou muito a qualidade dos efeitos especiais de Boardwalk Empire.

E eu já estou pronto pra pintar a parede lá de casa de azul. E colocar um projetor com um mac ligado nela.

E me transportar pra Terra média. Ou pra Dagobah. Ou, sei lá, pra Recife dos anos 60 mesmo…

Até os gráficos para game hoje já começam a ser bem fiéis a nossa realidade (real?).

É só conferir a cara virtual do Jeff Bridges em Tron e esse Preview de Arkham Asylum.

Sensacional.


Se você não sabe o que é o capacitor de fluxo, não leia

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pedro, que se auto-apelidou de peter, por causa do parker, era um nerd como outro qualquer. ou melhor, quase isso. ele pegava mulher. pegava.

- “você sabia que originalmente o pac-man era chamado de puck-man? mas mudaram, porque ficaram com medo das piadinhas. o pessoal ia trocar o”…

- “‘p’ pelo ‘f’ e falar… você sabe, né?” Scott Pilgrim Vs The World.

[silêncio] ele insiste.

- eu já te disse que você é linda? você não quer ser a minha penny?

- the big bang theory, pedro. ela é loira, eu sou morena.

- peter. as pessoas me chamam de peter.

- desculpa, peter.

- então, gata? de que lado da força você está?

- isso ainda funciona? sério?

[silêncio] ele insiste. de novo.

- “grande garota! Acho que vou matá-la ou me apaixonar por ela”.

- star wars ainda fuciona? essa do han solo eu ouvi umas 5 vezes só na balada do sábado passado.

- engraçado. “você me faz querer ser um homem melhor”.

nesse momento, os olhos dela ficam marejados.

- essa do melhor impossível rolou no happy hour da firma na sexta passada. e funcionou. hoje não.

- eu juro. com você meu coração chega a 60 mph em 6,3 segundos.

- desculpa. já fiquei com outro marty mcfly mês passado.

[silêncio]

[silêncio]

- porra. porra. mil vezes porra. odeio essa moda nerd.


Tintin first look

Começaram a sair mais detlhes sobre a produção de As Aventuras de Tintim, a cargo de ninguém menos que Peter Jackson e Steven Spielberg.
Na manhã desta segunda (01/11), a Empire Magazine divulgou a primeira imagem oficial do personagem, recriando a célebre imagem do intrépido repórter e seu fiel escudeiro Milu em CGI. O filme foi rodado com a mesma tecnologia de captação de movimentos utilizada em Avatar. 

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A primeira parte da trilogia, entitulada de As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, traz Jammie Bell (Billy Elliot e King Kong) como personagem-título, Andy Serkis (o Gollum de Senhor dos Anéis) como Capitão Haddock e Daniel Craig (James Bond) como o maléfico Red Rackham.
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[ATUALIZADO]

Acabaram de sair mais dois frames do filme!
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Tintim foi criado em 1929 pelo criado pelo escritor e desenhista Hergé. O longa chegará aos cinemas em 23 de dezembro de 2011.

Via Omelete


25 anos de "De Volta para o Futuro"

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O Sream Awards 2010, que aconteceu em Los Angeles no último sábado (16), foi marcado por um momento emocianante. Durante a homenagem prestada aos 25 anos do primeiro “De Volta para o Futuro” (1985), Michael J. Fox (Marty McFly) e Christopher Lloyid (Dr. Brown) subiram ao palco ao lado de uma réplica do Delorean, arrancando aplausos do público.

O Scream Awards 2010 vai ao ar aqui no Brasil no dia 31 de outubro, no canal de tv a cabo TNT.


O cinema sem palavras

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No último fim de semana o cinema pernambucano perdeu um dos seus mais ilustres filhos. Germano Coelho Filho, ou Germaninho, como é carinhosamente chamado, faleceu aos 52 anos. Apesar da pouca idade, o cineasta escreveu uma importante história. Produtor de filmes como Baile Perfumado e Deserto Feliz e co-produtor do filme O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas e outras importantes produções, ele foi um dos responsáveis pelo resurgimento do cinema local.

Outra paixão do cineasta era a natureza. Germano Coelho Filho era habilidoso com plantas e costumava fotografar a fauna e a flora locais. Ele era um dos responsáveis por um projeto recém-lançado pelo governo do estado que visa reflorestar parte da mata atlântica. Germaninho deixa o cinema pernambucano um pouco mais triste, uma filha, muita saudade e um projeto a ser concluído: História de um Valente. Um longa-metragem que conta a história de Gregório Bezerra, um revolucionário que participou ativamente da intentona comunista e da guerrilha durante a ditadura, sendo torturado em praça pública pelos militares. Para homenageá-lo, hoje (Sexta-feira, 22/10), a partir das 21H, no Cinema São Luís, acontecerá uma sessão especial com Baile Perfumado. Uma das mais importantes obras do cinema brasileiro moderno. Se você gosta de cinema e quer prestar uma última homenagem a esse exponente da cultura pernambucana, compareça e assista ao filme. Eu vou.

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comer, rezar, amar – crítica. ou não.

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Hoje me deu vontade de viajar. Mas viajar pra ficar sem fazer nada. Na verdade, pra fazer algumas coisas que você só pode fazer quando não tem que se preocupar com pauta, prazos, perrengues e pendências – aqueles 4 p’s do marketing – do seu trabalho. Eu até já fiz uma lista de ‘coisas pra fazer quando meus amigos tiverem trabalhando e eu não’. Por exemplo, tomar cerveja às 15:35. Sim. 15:35 porque eu não gosto de horário redondo. Andar pela rua às 11:11 da manhã. Quando eu digo andar, não é indo pra um lugar que você sabe onde é. Andar por andar, até cansar e parar em outro bar pra tomar uma coca cola de garrafa de vidro e comer uma empada. Outra coisa que eu queria também é não ter hora pra dormir. Isso porque eu conto as horas de sono que eu vou ter. Quando elas são menos de 5, dá um desespero agoniante. Eu também queria viajar pra ser turista, sabe? Andar sem ver um amigo do outro lado da rua e ter que dar tchauzinho. Não encontrar um conhecido na rua, falar qualquer amenidade e no final das contas ter que ir na mesma direção que ele, sem ter mais assunto nenhum. Queria ir sem celular. Ué, se precisar ligar vai no orelhão ou qualquer coisa do tipo. Eu queria acordar as 10:17. Eu queria acordar mais cedo, se desse vontade de sentar numa rua, tomar um café e ler um livro de tirinhas. Eu queria entrar numa livraria qualquer, ler a maior quantidade de livros finos que puder e não comprar nada. Eu queria viajar pra assassinar alguma língua estrangeira pedindo informações e ouvir um sotaque diferente de uma velhinha de uns sessenta e poucos anos. Eu queria viajar pra não ter que aturar conversas chatas e ter que usar a técnica de fixar os olhos na boca da pessoa e não escutar nada sem precisar tampar o ouvido. Eu também queria passar mais tempo de óculos escuros, de chinelo e com a mochila nas costas. Eu queria não criar títulos pra os meus textos. E nem ter que dar espaço pra organizar o texto. Eu queria viajar pra ficar sem fazer nada e fazer um monte de coisas que o trabalho não me deixa, como acabar esse texto e dizer quantas coisas eu queria fazer quando tivesse longe e não tivesse fazendo nada. Como escrever sobre a saudade de casa e da rotina.

ps.: essa é a minha crítica sobre o filme. E esse post não é patrocinado.


It’s all about the game

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Por volta de 1600, na Holanda, ocorreu um fênomeno de loucura coletiva que ficou conhecido por “Tulipomania”. Pessoas vendiam propriedades ou se endividavam em troca de tulipas. Um surto especulativo sem precendentes na história do nascente capitalismo holandês. Muito bonita e exótica, em forma de turbante (em turco, tülbent) e originária do misterioso Oriente, a flor tinha todos os ingredientes para despertar curiosidade e desejo. Tulipa entrou na moda. Mais que isso, transformou-se em obsessão. Novas variedades eram supervalorizadas e davam a quem as possuía um prestígio inimaginável. Anos mais tarde, como era de se esperar, o preço das tulipas despencou e muita gente acabou arruinada.

Hoje. Pessoas se degladiam por ações de companhias das quais nunca ouviram falar. Investem todas as suas economias em troca de papéis com a esperança de ver seus profits se multiplicarem. Hipotecam seus bens como garantia para adiquirir novos bens. A tulipa dá lugar à especulação. A bolha toma forma. Bancos financiam crédito sem fim a taxas de juros pós-fixadas. Empréstimos hipotecários de alto risco e de taxa variável concedidos à famílias sem renda suficiente para poder arcar com suas prestações. Em 2005, a Reserva Federal Americana aumenta a taxa de juros para tentar reduzir a inflação e desregula a máquina. Mutuários ficam inadimplentes, isto é, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos. Uma crise de confiança geral afeta o sistema financeiro e falta de dinheiro disponível para saque imediato pelos correntistas do banco. Corre-corre na bolsa de valores. A bolha estoura. Wall Street caiu.

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Complicado? Pode até parecer, mas após essa introdução já vai ficar um pouco mais tranquilo acompanhar a trama principal de Wall Street – The Money Never Sleeps, filme que recoloca a carreira de Oliver Stone nos trilhos. Continuação – de certa forma independente – do filme de 1987, Stone volta com o que melhor sabe fazer: retratar o umbigo da América. 
A atual crise econômica é pano de fundo perfeito para trazer Gordon Gekko, personagem de Michael Douglas, de volta à ativa. E não é pelo dinheiro, é tudo pelo jogo.

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Uma coisa precisa ficar bem clara, Wall Street não é para todos os públicos. Vai ter quem durma; vai ter quem não entenda nada; quem, simplesmente,  não curta esse tipo de filme; mas vai ter também quem saia do cinema querendo um pouco mais. Afinal, um pouquinho de ganância não faz mal a ninguém. Né verdade?
É cinema politizado, elegante, incrivelmente fotografado, montado, bem escalado e datado. Entenda  isso como quiser.
Vou deixar de impessoalidade e dizer logo de uma vez: Wall Street é um filmaço!
 

O cara.

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O cara toca violão. O cara é ator o mais engraçado do cinema. O cara faz papéis geniais. Sim, ele interpreta ele mesmo. Mas me diga qual ator ainda está interpretando ele mesmo de forma mais impressionante a cada filme que passa?
O cara é o cara. O cara é amigo do Dave Grohl. O cara se esconde do David Letterman no palco do seu talk show. O cara faz o que tem vontade. Sempre. O cara mesmo fazendo um filme de romance, besteirol, consegue arrancar boas risadas de você. O cara fez um filme da sua banda. O cara fez um bom filme da sua banda. O cara vai no American idol e impressiona todo mundo, cantando a musica máster dos motéis, Kiss From a Rose. O cara tá na refilmagem de King Kong, que eu particularmente acho um saco e mesmo assim salva o filme sendo ‘ele mesmo’, lembra?
O cara sendo ele mesmo tem a vantagem de entrar como ele mesmo em qualquer filme. É como Peter Parker entrar na vida de Tobey Maguire pular uns prédios. O cara já interpretou Paul McCartney. Isso diz muito. O cara é um injustiçado por ter como trabalhos notáveis segundo o Wikipédia: Nacho Libre e School of Rock. Porra, Wikipédia! Vocês nunca assistiram High Fildeity?
O cara é aquele tipo de pessoa que você queria tomar uma cerveja com ele. O cara é um fuckin genious, mothafucka, fodão ou somente, ‘ele mesmo’.
Chupa, John Malkovich. Eu quero mesmo é ser Jack Black.



Drew Struzan

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Drew Struzan. Você pode não conhecer este nome, mas certamente já quis ter um destes posters na parede do seu quarto. Ainda mais se você cresceu assistindo aos clássicos da Sessão da Tarde.
Reconhecido como um dos maiores e mais influentes “poster artists” de todos os tempos, Drew é responsável por eternizar em lápis e pincel filmes como Star Wars, Indiana Jones, Os Goonies, E.T. e De Volta Para o Futuro. Ajudou a criar a iconografia e a memória que temos dos filmes. Praticamente o John Williams da quinta arte.
Um dos aspectos mais impressionantes de seu trabalho é a possibilidade de enxergar sua técnica através dos detalhes dos desenhos. Podemos perceber o manuseio de lápis acrílicos e coloridos, que Drew utiliza para combinar elementos do desenho com texturas. O fato é que Drew virou praticamente um termo para definir o estilo.

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drewstruzan.com


1984 x 2010.

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As diferenças de 1984 pra 2010? Para os saudosistas como eu, talvez não tenha nenhuma, em se tratando de uma ‘obra prima’ como Karate Kid com o ilustre Ralph Machio e o grande Pat Morita. Resultado? Queimei a língua.

Prós e contras:

O que eu chamei de nepotismo (a escolha da Jaden Smith pra ‘Daniel-Sam’) foi um tapa na cara, porque o pirralho atua de forma bastante convincente. Ralph Machio é uma negação.

O que eu chamava de Didi Mocó Oriental (Jackie Chan), foi no mínimo honesto, mas ainda não é nada comparado ao Sr. Myiagi.

O que eu chamei de adaptação infiel (no Karate Kid de 2010 ele luta Kung Fu) , me surpreendeu bastante. O Kung Fu tem uma razão de ser Kung Fu, já que é a arte macial e que predomina no lugar.

Eu poderia citar mais um monte de coisas que me fizeram abrir o bolso e pagar 17 reais pra ver Karate Kid 2010, já que eu sou fã incondicional do original, não acredito em remakes e principalmente em Jackie Chan.

Como eu disse, queimei a língua. O Karate Kid de 2010 é muito bom. E digo bom pra o que ele se propõe. É pipocão, é um remake bem feito e talvez seja o Karate Kid que eu mostre pros meus filhos, ao invés do de 1984.

É óbvio que não dá pra comparar o filme de 1984 com o de 2010 que tem milhões de coreógrafos de luta, efeitos especiais e todos os recursos que deixam o filme com muito mais ritmo.

O que mais eu posso dizer? Assista. Se você curte tanto o filme, ele vale a pena.

Pode ir com preconceito mesmo, que você também vai queimar a língua.


Classificação

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Eu tenho uma classificação na minha cabeça para coisas que eu gosto muito. Tenho um sério problema com a palavra genial e às vezes sinto que uso ela com uma facilidade muito grande, as vezes até sem perceber. Pra remediar essa impulsividade, eu criei as categorias Deus (O próprio) , Fuckin Genius (Tarantino), Gênio (Danilo Portela. Se você não conhece, é bom conhecer) , Bom pra cacete (na verdade eu digo bom pra caralho) e Bom.

Por indicação da nossa leitora/amiga/colaboradora Nathália Cunha (aqui no blog mesmo. Post bem melhor que esse), eu fui conhecer Nick Hornby. Um fuckin genious inglês, torcedor do Arsenal, pirado em música e isso tem tudo a ver com o que eu vou falar. Na verdade, só a parte da música.

Fui ler Alta Fidelidade com pouca expectativa, porque tinha lido Juliet Nua e Crua e achei que se encaixou no Bom. Quando li Alta Fidelidade, descobri porque ela é obra prima de Hornby. E mais, fiz uma experiência de ver o filme no mesmo dia que terminasse de ler o livro.

Embora todo mundo ache que filmes que são baseados em livros são ruins e infiéis, esse entrou no meu top 5 de “ Filmes/livros que os meus filhos DEVEM assistir/ler ”. Só pra explicar, o ator principal é maluco por top 5. E se prepare, porque isso contagia.

O livro tem alguns detalhes que o filme – pela clara limitação de tempo – não tem e algumas pequenas coisas que enriquecem ainda mais a história. Mas o filme é muito fiel, com desconhecidos interpretando perfeitamente e conhecidos interpretando fantásticamente. John Cusack, Catharine Zeta Jones e Jack Black no papel da vida dele. Ainda sobre os atores, atentem para o personagem Dick (Todd Louiso ). O cara é bom pra cacete (bom pra caralho).

Atentem para a ordem: Livro e filme, entendeu? Filme no mesmo dia que terminar o livro, entendeu? Eu sei que entendeu, você não é idiota. Desculpa a ofensa. É reflexo dos dias passados com Rob Fleming/Gordon.

O importante é que você deve ler e assistir.

Agora por favor, alguém me ajude. Quero saber se De Volta Para o Futuro 1 e 2 podem ser considerados como um só filme, pra eu poder encaixar Alta Fidelidade no meu Top 5 de “ Melhores filmes da vida inteira até o presente momento ”.


O Último Mestre do Ar – vulgo Avatar

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Terra, água, fogo e pára por ai que isso não é Capitão Planeta.
Pra quem não sabe, a trama gira em torno de Aang, um guri que fugiu da sua tribo quando descobriu que era o Avatar, que poderia dominar todos os elementos lá do capitão planeta, só que ele fica preso e congelado, enquanto os dominadores do fogo queimaram (tudumtchi) tudo e eles precisam impedir que tudo vire pó. É mais ou menos isso.
Eu vou falar tudo isso como uma pessoa que nunca viu o desenho, mas fiquei curioso por saber que o cara de O Sexto Sentido iria tentar emplacar uma franquia. Um filme de estúdio ao maior estilo pipocão, mas quem pipocou na verdade foi o nosso amigo indiano.
O filme é(ponto). Eu me diverti, mas não sei se pagaria o ingresso pra ver.
A história é bem mais ou menos, mas as cenas de luta são boas e a coreografia da dominação dos elementos é bacaninha. Nada que impressione e nem nada que te deixe concentrado 100% no filme.
Eu tenho que confessar que eu tenho um pouco de preconceito com filmes desse tipo que não são Senhor dos Anéis. Mas esse é honesto. Taí. Honesto é a palavra que eu descreveria esse filme.
O que eu acho bacana mesmo é a iniciativa do @shoppingrecife em sortear ingressos só pra tuiteiros e fazer uma pré-estréia bacanuda dessas. Isso é bom de verdade. Parabéns pela iniciativa e claro, a Espaço Z, que organizou.
Ah, sobre o filme, eu me empolguei muito por ser um filme de Shyamalan(O Sexto Sentido e A Vila), mas vou esperar com mais ansiedade por Devil. Você faz melhor do que isso, meu velho. Não me decepcione mais.

ps.: se você puder, não veja dublado. Algumas dublagens estragam qualquer diálogo trivial.

Eu indico À Prova de Morte

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Hoje é a minha primeira vez no “Eu indico” e para não ter erro, vou indicar logo de cara um filme de Tarantino – À Prova de Morte (Death Proof). Para quem não sabe, foi lançado nos EUA como o segundo seguimento de uma sessão de filmes B, intitulada Grindhouse. O primeiro era Planeta Terror (eu nem vi e nem tive vontade de assistir), do amigão de Tarantino, Robert Rodriguez. O projeto foi um fracasso de bilheteria e as distribuidoras resolveram lançar os filmes separados no resto do mundo. 

Planeta Terror estreou por aqui em 2008 e À Prova de Morte foi pro limbo. A verdade mesmo é que ele tão fora dos padrões do circuito comercail que acabou na corda bamba entre ser lançado direto em DVD ou não. Depois desse longo lenga-lenga, o resultado: uma semaninha em cartaz.

Vamos deixar de lero-lero e ir direto ao filme. Você deve ver “À prova de morte” por vários motivos:

1º Kurt Russell está impagável como vilão mais insano do cinema. Ele incorporou o papel muito, muito bem. Logo de cara, no início do filme, aparenta ser o bad guy mais “clichê” já feito por ele, mas no decorrer do filme as coisas mudam e mudam muito. De vilão psycho indestrutível a um medroso “cagalhão”. Já disse que é impagável, né?

2º Como na maioria dos filmes de Tarantino, vai te levando para um lado da história e do nada, assim, só para brincar conosco, muda completamente de rumo e tudo o que vimos até a metade do filme vai para o lixo. Ou melhor, não vai completamente porque é lá que o vilão é construído, só pra ser desconstrído logo em seguida.


3º As cenas de perseguição e de batidas. Nem são tantas assim, mas em minha opinião, são muito, muito bem feitas e sem nenhum carro pegando fogo ou bala pra tudo que é lado. Ah… sem contar que tem cada carrão… Eu adoro carro antigo!
4º Esse motivo aqui é bem pessoal, mas depois de ver a cena da “galega” no capo do carro fiquei muito afim de fazer isso. Vou pegar dois cintos de couro e vou de Recife até Proto de Galinhas assim. No capô, com vento na cara!
5º É um filme de Tarantino. Sim, só por isso você tem que ver e ponto final.


Day & Night

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Pra quem não sabe (ninguém), antes dos filmes da Pixar, eles sempre passam um curta.
Day and Night é o do Toy Story 3. Se você ainda não viu, veja. É um dos melhores.