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Arte

Fuerzabruta

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Fuerzabruta pode muito bem parecer um musical assinado por Deborah Colker com os carinhas do Ok Go correndo feito loucos em suas esteiras de academia. Ou ainda, uma instalação maluca de um artista mais pirado ainda numa rave psicodélica em um galpão abandonado. Pois é, poderia, se não fosse um espetáculo dos mais difíceis de classificar. Não é teatro, nem circo, não é música e, nem tão pouco, dança. Na verdade, não é “só” isso. É tudo isso, misturado e remexido. Ou remixado, como preferirem.

Criado por artistas oriundos do grupo argentino De La Guarda, em 2005, o espetáculo Fuerzabruta ganhou repercução mundial, sendo, posteriormente, exibido em Nova Iorque, Londres, México, Lisboa, Bogotá, Edimburgo, Córdoba e Berlim. Esteve no Brasil em 2008 para apresentações concorridíssimas em São Paulo.

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Link pro site oficial.

Todo dia é um bom dia para Jun Matsui

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Jun Matsui é um viajante em trânsito. Recifense por natureza, mas filho do mundo. Herdou o espírito irrequieto do pai, descendente de japoneses, mas que bem poderia ser cigano. No caminho entre o oriente e o ocidente, o mundo material e o espiritual, o “primitivo” e o “civilizado”, passado e presente, se tornou tatuador, só pra mais tarde compreender que é, como ele mesmo diz, apenas um simples artesão.
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Link pro site oficial.

Scott Pilgrim Conquista o Mundo

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Você tem certeza de quão nerd é quando sua namorada te dá um HQ de presente no Dia dos Namorados e ainda diz que achou a sua cara. Ok, tomei uma pequena licença poética, ela não chegou exatamente a dizer isso, mas se tivesse lido Scott Pilgrim, o HQ, com certeza teria sido uma constatação óbvia.

Isso porque Scott Pilgrim, agora falando do personagem, é exatamente assim como eu ou você, (corte seco)

- PAUSA PARA MOMENTO DE AUTO-REFLEXÃO -
Enquanto lê este texto você:

a. ( ) Provavelmente está “fazendo backup” de algum disco ou filme na internet.
b. ( ) Ou, pelo menos, ouvindo música no headphone.
c. ( ) Não, não é brega, nem pagode e, muito menos, Maria Gadú.
d. ( ) Admite que entrou no Cultbox em busca de algum assunto bem nerd.
e. ( ) Todas as alternativas anteriores.

Caso a resposta tenha sido positiva para a maioria das questões, você já pode continuar a leitura.

…um cara que veste a camisa da banda preferida (Nirvana o/, Pearl Jam o/, U2 o/) acha que toca algum instrumento, vive no perrengue, tem um punhado de amigos esquisitos, mas que o que realmente busca é resolver a vida amorosa, nem que isso signifique ter de enfrentar os sete ex-namorados do mal da dita cuja (não, não é esse o meu caso).

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Scott é o herói da resistência nerd mas que não tem nada de loser. Na verdade é um tremendo Mr. Nice Guy.

A história se passa no frio Canadá e é recheada de referências à cultura pop, a começar pelo traço fortemente influenciado pelos mangás. Parte de uma narrativa descontraída sobre as intempéries da vidinha cotidiana para uma aventura tão louca quanto a mais louca aventura dos video-games. Ou vai dizer que encanador dar porrada em crocodilo e ainda ganhar modinhas com isso é a coisa mais normal desse mundo?

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É a obra da vida de Bryan Lee O’Malley, como ele mesmo escreve ao final do primeiro volume. Sua única meta era ficar rico. Até o presente momento ele ainda não é muito rico, mas isso deve mudar assim que a adaptação da HQ chegar aos cinemas, em agosto (já falamos sobre isso aqui).

No Brasil, Scott Pilgrim foi lançado em três volumes pela editora Quadrinhos na Cia. A primeira parte já pode ser encontrada nas melhores livrarias (só faltou o patrocínio pra encaixar aqui. $$$).


E por falar em Copa do Mundo

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Tá aí.

Dos poucos, o gol mais comentado da Copa do Mundo 2010. Em versão Lego.
(via BlueBus)

Clipe da Semana

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Devido a Copa do Mundo, Nadacult novo (continuem baixando) e tudo mais, sexta-feira não rolou o Clipe da Semana e nem ia rolar mais. Só que hoje cedo, Mateus, o homem das referências musicais, tuitou esse clipe. Então tá ai.

Chroma Key bem feito é isso. Todo mundo tira onda, achando que só vê isso em produções trashs e comerciais bizarros, mas esse clipe do Darwin Deez dá um tapa na cara e vai direto pro bookmarks de referências de vídeos.

Darwin Deez – Radar Detector from Lucky Number Music on Vimeo.


Pela Rua #2 – Barcelona, posa’t guapa

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Posa’t guapa (“põe-te bonita, em catalão”) é uma campanha da cidade para tentar deixá-la menos feia, cuidar do mobiliário urbano, etc. E também serve de lema para um post no qual queria mostrar algumas intervenções urbanas feitas pela própria população. Pode chamar de graffitti ou pixação também.
Barcelona, põe-te bonita

Para começar, o mais antigo que encontrei. Passeando pelo Bairro Gótico, pelo Born e pelo Raval, o mais antigo que encontrei foi medieval, rabiscos em pedra em catalão antigo. Mais velho que isso, só passeando por Roma, quando vi rabiscos de mais de 2.000 anos.

A street art mais antiga de Barcelona

Nem só de paredes vive o graffitti
É bastante comum, principalmente nos três bairros do antigo centro amuralhado da cidade, encontrar lojas cujas portas estão desenhadas com verdadeiras obras de arte. Ao invés do metal simples, ou de uma marca feia, alguém vem e faz coisas como isso:

Pinturas na porta de uma loja

Abra a sua cabeça

É algo tão comum que até a arte mais tradicional também aparece. Nesta porta, um toque de Mondrian:

Porta de lugar a la Mondrian

Raval, república alternativa

O Raval é um bairro cheio de imigrantes, gente de estilos de vida alternativos, hippies, artistas. Um CAC em forma de bairro. Em plena Rambla, quase em frente a uma estátua de um gato gigante feita por Botero, temos uma casa Okupa. Um movimento de gente que, ideologicamente, invade locais abandonados e começa a viver ali, protestando contra a especulação imobiliária. Claro que não têm boa parte das vantagens capitalistas, como água ou internet, e às vezes têm problemas com a polícia, justiça, etc, mas, enquanto estão ali, os sem-teto decoram o lugar de uma maneira bem peculiar.

Casa Okupa no Raval

Esta se chama Barrilonia, e os malucos quiseram pedir 5 euros pela foto que eu tirei na rua. Como eles não são capitalistas, ignorei solenemente. :P

Casa okupa no Raval

O Raval é tão alternativo que a associação de vizinhos do bairro também usou spray para indicar a sua localização, ao invés do letreiro tradicional.

Associação de vizinhos do Raval

Figurinhas, desenhinhos, ilustrações
Em Barna (não confundir com Barça, que é um time de futebol), é bem comum vermos figurinhas em vários lugares, principalmente depois que o Pez ficou super famoso. O site dele está aqui.

Durante o passeio, encontrei:

Um peixe (que não era do Pez):

Peixes, muitos peixes

Um coelho:

Coelho

Este bicho do zoião:

Olhinho

Este bicho-mulher fugido da viagem de Chihiro:

Detalhe de porta de casa abandonada

O stencil do cara sorrindo:

Carinha sorrindo com stencil

E o tão nordestino Corisco, não sei porque.

Corisco!

Arte alternativa alternativa
Não só de desenhos e ilustrações vive o homem pixador de Barcelona. Também de procurar novos lugares para expor a sua arte, como os capa-bêbados (um instrumento de tortura medieval que existe na cidade, para evitar que carros circulem pela calçada e que as pessoas embriagadas durante a noite tropecem e sofram acidentes). Notem, na perspectiva, que os outros não são pintados.

Capa-bêbado

Os escritores também tem o seu espaço. Esta frase está escrita em praticamente toda a cidade:

Liberta quae sera tamen

E este mural, para finalizar, é meu favorito. Textão ótimo para encontrar de madrugada.

Street art para copywriters

Bom, é isso. Uma pequena incursão em busca da beleza do lado sujo de Barcelona.

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Mais sobre Alex Luna:

@tarrask // tarrask.com // The Worst Kind of Thief


"Gigantografite"

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Não estou colocando esse post aqui pela novidade, afinal já vi essa arte em outros blogs. Estou colocando pela qualidade do trabalho e pelo merecimento desses artistas brasileiros fantásticos, Os Gêmeos. Essa intervenção que vocês vêem a baixo foi feita em Lisboa.

O reconhecimento no Brasil do Grafite como arte se deve muito, muito pelo trabalho desses caras. Confiram mais no site oficial.

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Gêmeos idênticos nascidos em São Paulo, Otávio e Gustavo Pandolfo são formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos. Começaram a pintar grafites em 1987 no bairro em que cresceram, o Cambuci, e gradualmente tornaram-se uma das influências mais importantes na cena paulistana, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.

Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Os temas vão de retratos de família à crítica social e política; o estilo formou-se tanto pelo hip-hop tradicional como pela pichação.




Stick with me, baby!

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Projeto da agência independente
Herraizsoto & Co, estes adesivos tem todo um contexto por trás da ideia.

Uma agência que ama tecnologia, beleza e criatividade e defende que ninguém deve ter sua auto-expressão sufocada atrás de um Mac prateado/branco. Então, porque não vestir o seu?

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“O stick with me, baby! mostra que o inferno não é tão chato.” Pimp your Macbook!



Não esquenta.

Isso aqui é pra você que vive reclamando dos 43,5 metros quadrados do seu apê.
Veja o que esse arquiteto chinês é capaz de fazer com um espaço micro.

Eu só tenho minhas dúvidas se com a grana da mobília e tudo hight tech ele não compraria um apartamento maior.

Bem, é interessante.

Via @comunicadores


A arte de Cris Rose

Tem gente que já nasce com um dom, outros desenvolvem e aprimoram com o tempo, mas descobrir o que se quer fazer para o resto da vida aos 14 anos é para poucos. Foi assim, como numa brincadeira de criança que Cris Rose encontrou sua vocação. Da gênese entre a inventividade e a imaginação, a arte. Da mistura do retrô com o moderno, a forma. Toy Art pra gente grande admirar.

(clique nas imagens para ver em tamanho ampliado)


Galeria no Flickr


THE CREATORS PROJECT

The Creators Project é um projeto inédito que reúne mais de 80 artistas inovadores de todo o mundo. Entre eles estão Alexandre Herchcovitch, Spike Jonze, Mark Ronson, N.A.S.A, Ma Yansong e muitos outros.

Reunindo alguns dos principais e mais relevantes talentos da música, arte, cinema, design e arquitetura, a VICE Magazine e a Intel lançam no último dia 17, em Nova York, o The Creators Project, iniciativa desenvolvida para conectar jovens de todo o mundo que têm algo em comum: a paixão pela criatividade e tecnologia.

O projeto busca identificar artistas proeminentes e permitir que os mesmos exibam suas obras e visões artísticas através de formas interativas, com debates criativos, novos projetos de colaboração multidisciplinar e o site de vídeos.

O www.thecreatorsproject.com, funciona como o coração do projeto e transmitirá ao vivo as entrevistas, shows, mostras e debates que acontecerão durante os eventos.

São mais de 80 artistas provenientes de sete países: Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, China e Coréia do Sul. A cuidadosa seleção inclui tanto criadores já estabelecidos como Alexandre Herchcovitch, CSS, Phoenix, Mira Calix e Nick Zinner do Yeah Yeah Yeahs, quanto uma nova geração com trabalhos inovadores em cinema independente, arquitetura futurista, eletrônica de vanguarda e moda. Este vasto elenco de criadores é unido pela crença de que a tecnologia e suas ferramentas ajudam a ultrapassar barreiras artísticas e transformam idéias em realidade.

“The Creators Project foi desenvolvido para apoiar os principais músicos, artistas e designers de todos os cantos do mundo”, diz um dos criadores, Mark Ronson.

Curtiu? Então não perca mais tempo e vai lá no site oficial conferir em detalhes que o conteúdo é realmente embasbacante.


Ron van der Ende

Nada de Monet, nem Picasso, e muito menos Dali. Sobre Van Gogh, eu ainda fico quieto, mas se eu pudesse, queria mesmo era ter um Ron van der Ende estampando minha parede.

Escultor natural de Rotterdam, na Holanda, van der Ende se especializou em baixos-relevos construídos a partir de madeira encontrada na rua. A cor original e a textura da madeira são utilizadas para formar um mosaico único, às vezes fotorrealista. Vintage ao extremo. Cool como toda arte deveria ser.

(Clique para vizualizar as imagens ampliadas)

Confira a entrvista do artista para o blog Diskursdisko. Bem legal.
Site oficial: http://ronvanderende.nl


Evolução do Paper Toy.

Paper Toy: aqueles bonequinhos quadrados e bem simples que você conhece e que estavam na moda até um dia desse, lembra? Esqueça! Os russo revolucionaram isso. Alexei Lyapunov, Lena Ehrlich projetaram essas montagens original para o “Livro de Arte” para o coletivo Russo chamado Too. Confiram abaixo que trabalho belíssimo eles fizeram.











For Hitchcock, with love.

Calma. Eu sei que isso aqui tá parecendo “O gerente enlouquceu – Parte 2″, mas não tinha como esse material não entrar aqui no blog. E já que estamos tanto falando em posters de cinema, hora melhor não há.
Criados pelo designer Laz Marquez, os posters são uma bela homenagem aos clássicos de Hitchcock, preservando muito do traço único de Saul Bass.
Esses, definitivamente, merecem ir pra parede.

Não deixem de conferir o site do cara, repleto de outros trabalhos bem legais.

Via My Modern Met


+Vintage, +Retrô, +Posters!!!

Mais uma série de posters minimalistas, dessa vez, criados pelo artista israelense Gidi Vigo.
Desculpa, mas não deu pra resistir.


Quem veio primeiro?

Depois do post de ontem achei esse site aqui, através do Like Cool. Se ninguém usou isso ainda como propaganda, pode ir se preparando porque logo-logo isso vai rolar.
É lindo. Acho que vai além da foto e tem um pouquinho mais de criatividade.

Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?






Quem quiser ver mais trabalhos do cara, pode entrar no Flickr dele.

Vintage Polaroid

Hoje a arte de Ben Heine é presença garantida em blogs e sites de referência, mas o que talvez a maioria não saiba é que esse tipo de arte não é mais tão novidade assim. Vejam abaixo o que Jamie Wynne fez com uma Polaroid na mão e muita loucura na cabeça. E por falar em Polaroid, pesquisando, descobri que, depois de declarar falência em 2007, a empresa está ensaiando um retorno triunfal ao mercado. Entre as novidades, a empresa anunciou Lady Gaga para o cargo de Diretora Criativa e lançou uma uma nova máquina, mais compacta e, claro, com filme. A Polaroid 300, como foi batizada, é um retorno dos analógicos e um prato cheio para os consumidores que querem matar a saudade da Polaroid e que já estão saturados de equipamentos touch screen, digitais e falantes.



Eu fico feliz com esse retorno e confesso: sou um dos saudosos usuários da Polaroid.


Se você concorda comigo acesse o www.savepolaroid.com e apóie esse movimento.


Poster Films

Cinema é bom.
Poster de filme é massa.
E se a partir de agora os posters fossem assim?

E se você quiser ver mais, ai vão alguns links.
e aqui.

"O design morreu"

A declaração é de um homem criativo por natureza e acreditem: designer. Nascido em Paris, em 18 de janeiro de 1949, Phillip Starck se formou na Nissim de Camondo, conceituada escola de design francesa. Fundou o seu primeiro escritório em 68 e já começou inovando: especializou-se em móveis infláveis. A empreitada durou pouco, em 69 ele se tornou diretor artístico da Sau firma, junto com Pierre Cardin. E aí Starck iniciou sua contribuição para o mundo: criou de requintados objetos encomendados a objetos de produção em massa, a baixos custos.


Daí em diante a carreira do designer decolou. Ele também desenvolveu alguns dos mais belos exemplares de motocicletas, quando contribuiu com a fabricante de motocicletas italiana Aprilia. Além de projetar o interior da Studio 54, uma das boates mais emblemáticas do mundo, que ficava em Nova Iorque e surgiu no auge da disco music, mantendo suas atividades de 77 a 86. Espremedor de sucos, cadeiras, interiores de hóteis e até turbinas de energia eólica. As criações de Starck foram inúmeras e ele não parou.
Aos 61 anos Phillipe Starck continua em atividade. Excêntrico, ostenta uma coleção de motocicletas e se divide entre quatro cidades: Londres, Paris, Nova York e Burano (Itália), onde vive e trabalha. Se depender de Phillipe Starck, o design não vai morrer. Nem ele. Starck está imortalizado nas centenas de peças criadas que atingem pessoas em todo o mundo e foram reconhecidas por dezenas de prêmios. Se o design fosse uma pessoa ele teria a cara de Phillipe Stark.


Bom gosto argentino

Não. Nós não vamos falar de cortes de cabelo. A verdade é que os Hermanos estão detonando no grafite. O que achei curioso é que o grafite por lá é bem recente e só teve início há mais ou menos 15 anos. Os artistas já tem reconhecimento internacional como os de São Paulo e Nova York, que já convivem com essas intervenções há bem mais tempo.

As intervenções tomaram conta da cidade, já foram usadas em fachadas de bancos e também de fábricas, se tornando parte da cultura de rua local. Poderíamos aprender um pouco com esse movimento que vem acontecendo no nosso vizinho, a abertura dos espaços públicos e privados a essa arte que deixa as ruas muito mais alegres.

Não sei se foi criado por lá, mas em Buenos Aires já existe um circuito, com guia e tudo, para fazer um “city tuor” por toda a cidade, com as artes grafitadas no roteiro. Isso é fantástico. Você pode fazer a reserva antecipada e pagar a “bagatela” de R$ 40,00. Se você já foi, deixe seu comentário aqui e nos diga o que achou.


Lost e Tron por Saul Bass

Se você ainda não sabe quem é Saul Bass, shame on you! (aproveita e confere esse post sobre posters de cinema que vai te dar uma ajudinha)

Ele é simplesmente um dos maiores designers do século XX. Prova disso é que muito do que ele fez há mais de 40 anos, continua atual ainda hoje. É dele a arte de títulos bastante conhecidos, como O Homem do Braço de Ouro (Otto Preminger, 1955), Vertigo (Alfred Hitchcock, 1958) e Spartacus (Stanley Kubrick, 1960), além de ter criado vários créditos de abertura de outras produções memoráveis do cinema como Um corpo que cai, Psicose e Cassino, que foi inclusive seu último trabalho em 1995.

Dono de um estilo inconfundível, Bass foi homenageado por um um fã que resolveu fazer uma abertura alternativa para a série Lost e para o clássico cult dos anos 80, Tron, usando elementos consagrados por ele.

Lost vs. Saul Bass from Hexagonall on Vimeo.

Tron vs. Saul Bass from Hexagonall on Vimeo.

Se quiser conferir ar artes em fomato de poster, clique aqui.


FAILE doesn’t fail

Fundado por Patrick McNeil (Canadá), Patrick Miller (EUA) e Aiko Nakagawa (Japão), FAILE (pronuncia-se “fail”) é um colectivo de artistas formado em 1999, no Brooklyn, New York. Misturando elementos imediatamente reconhecidos da cultura Pop, mesclam técnicas de grafite, colagem, estêncil e até mesmo escultura para suas criações. O resultado é simplesmente fantástico, já tendo rendido pros caras exposições permanentes em Tokyo, Londres, Amsterdam e Paris.Site dos caras.

Galeria do Flickr


Karen Sargsyan

Fantásticas esculturas de papel.Visite o site do artista


Pela Rua #1

Pela Rua é algo que está intrísnseco no nosso dia-a-dia e é tão clichê como essa frase que acabei de escrever, mas que a gente não percebe.
É hype, é arte, é bonito e sujo ao mesmo tempo. É totalmente paradoxal.
Essa nova série do Cultbox vai trazer tudo de melhor e mais legal da street art de todo Brasil e (quiçá) do mundo. E melhor, todo mundo pode mandar quantas fotos bem entender.
Para incentivar, eu e Dudu fizemos algumas fotos no Recife Antigo ontem, mas quem tiver mais, pode mandar pro nosso email (sim, agora a gente tem email) e a gente vai postando tudo no nosso Flickr (é, meu amigo. E flickr também).

blogcultbox@yahoo.com.br
www.flickr.com/photos/cultbox


Vamos aproveitar todo potencial das mídias sociais e fazer um grande banco de imagens bacanas.
Valendo.

Para conferir a galeria completa, basta acessar nosso perfil no Flick.