Cultbox

Arte

Aula de História

Se toda aula de história tivesse um curta assim, juro que teria aprendido bem mais.

A animação abaixo retrata a história do Castelo Real Varsóvia que é um ícone da Polônia.

Aqui está o desafio, se você é Pernambucano, faz um para o Palácio do Campo das Princesas. Ele já foi queimado, invadido e tudo mais. História pra contar ele tem. O desfio é transformá-la num curta.

Para quem não é da terrinha, segue uma foto do Palácio.

Segue, finalmente, a animação.


Asterios Polyp

Imagem da capa do quadrinho Asterios Polyp

Asterios Polyp não é uma HQ nova. Foi lançada em 2009 nos EUA e em 2011 no Brasil.
Mas depois de muita indicação/insistência (e empréstimo) de Berna Brayner, li nesse fim de semana.
A primeira leitura de 2012. E o ano não poderia começar com uma leitura melhor.

A história é simples. Asterios Polyp é um arquiteto (professor de arquitetura, de fato) bem sucedido que tem a casa destruída pelo fogo após uma noite de tempestade. Ao sair de casa apenas com a roupa do corpo e algum dinheiro na carteira, ele decide comprar uma passagem de ônibus para uma pequena cidade onde começa a trabalhar como mecânico. Enquanto se acostuma à nova vida, ele vai se relembrando do que aconteceu até chegar ali.

A narrativa não é o ponto forte. Mas o questionamento, a reflexão de Asterios Polyp, a sua visão dualista, dividindo tudo sempre em duas faces (razão x emoção, destino x livre arbítrio, Apolíneo x Dionisíaco) é o que torna a leitura tão rica e interessante e que permitiu ao autor David Mazzucchelli (conhecido pelo excelente trabalho com o Demolidor e o Batman) explorar um visual tão belo.

Cena do quadrinho Asterios Polyp

A arte de Asterios Polyp é impressionante. De cair o queixo. Uma verdadeira aula de arte/design/arquitetura.
O trabalho delicado de conferir a cada personagem uma tipologia específica define muito bem a personalidade de cada um e ajuda, em muito, a leitura e ordem dos balões
Asterios Polyp ganhou em 2010 quatro prêmios no Eisner Awards (o prêmio mais importante de histórias em quadrinho), entre os prêmios, o de melhor Graphic Album do ano.

Imagem da HQ Asterios Polyp


senso. [nãoleia].

pela liberdade de usar o clichê, a começar pelo termo ‘clichê’.

dance na sua formatura com we are the champions.

entre na igreja com a marcha nupcial.

mande o soneto da fidelidade para sua amada.

mande uma música da banda-do-momento-da-última-semana.

cante uma música da banda-do-momento-da-última-semana.

cante more than words para sua paquera.

dane-se o jeito cool dela.

assista comédias românticas.

dê gargalhadas das comédias românticas.

conte pros seus amigos que gostou e que veria de novo e iria rir do mesmo jeito.

dane-se aquele cara que vai te recriminar com os olhos.

leia clarice lispector, caio fernando abreu, luis fernando veríssimo.

leia a turma da mônica, leia revistas de fofoca das novelas.

poste nas suas redes sociais. “cinema. partiu. balada. partiu. casa. partiu. facul. partiu”.

use o mesmo estilo de todo mundo. afinal, ninguém é percursor de nada.

continue fã de renato russo.

diga em voz alta “você diz que seus pais não entendem, mas você não entende os seus pais”.

diga em voz alta que você é fã de pagode.

cante em voz alta “que se chama amor, tomou conta do meu ser”.

ria em caixa alta e baixa.

escreva em caixa alta como se estivesse gritando para o mundo.

desconheça tarantino e  scorsese.

pra quê saber pronunciar shyamalan.

woody quem?

assista programa de auditório.

divirta-se com isso.

não esconda o que você gosta de fazer.

danem-se os chatos como eu.


Menagerie

Menagerie é uma série de pinturas de animais formados por polígonos
da artista canadense Laura Bifano.

Inspirada pelo seu amor a natureza e os games mais clássicos, ela criou essas imagens.

Você pode encontrar mais no site dela: laurabifano.com


Pela Rua #4 – Rio Street Art (Santa Clara)

Nós do Cultbox somos loucos por Street Art.

Essas ficam no mesmo corredor que liga a Rua Santa Clara à praça Edmundo Bittencourt no Rio de Janeiro.

Quem tiver mais exemplos de Street Art pode mandar.

A gente posta aqui.


Liam Brazier

Pra um bom nerd, só as imagens bastam.

Mais em http://liambrazier.com/


Filmes ilustrados por Justin Reed

Adorei as ilustrações de Justin Reed. Vou postar aqui apenas as ilustrações que ele fez de vários filmes.

No site dele você pode conferir mais.


Quentin Vs Coen

Já faz alguns dias que venho procurando por algumas telas legais  pra emoldurar e colocar na parede de casa. Daí, fuçando por trabalhos relacionados a cinema, esbarrei na exposição Quentin Vs Coen, que passou por NY e que está rolando na Round Two, em São Francisco, até o final de junho.

Tarantino e os Coen, em tela, madeira e resina. Precisa dizer mais alguma coisa?


Quentin VS Coen – A Tribute to Tarantino & the Brothers from Colin M Day on Vimeo.

 

Pra quem se interessou, dá pra encomendar algumas peças através deste link. O preço varia entre $40 e $175 doletas.


APONTE

Para o Cultbox é uma honra dar início a divulgação deste projeto “pé na porta” que é o APONTE. Hoje de manhã Brunno Quintas apresentou um pouco o projeto, achamos massa. Topamos divulgar na HORA.

Vamos postar esse e tantos outros post que APONTE precisar para melhorar o cenário musical de Recife que, aqui pra nós, tá bem fraco.

Por Brunno Quintas:

Ninguém tem dúvidas de que durante a década de 90, Recife foi o principal centro musical do Brasil. Impulsionados pela força do Manguebeat, tínhamos as bandas do Alto Zé do Pinho com Devotos, Matalanamão e Faces do Subúrbio tocando em todos os bairros da cidade e arrastando gente de todo tipo em “rodas punks”. Olinda fervia com Os Cachorros, o style da Eddie e uma cambada de gente tirando som de todo jeito em todo canto. Tínhamos o PE no Rock, que misturava Cascabulho, Sheik Tosado, Mestre Ambrósio, Querosene Jacaré, Hanagorik e outras tantas bandas locais. Recife era foda. Em 98, chegou a rolar toda última sexta do mês, no Marco Zero, shows com várias bandas autorais da cidade e sempre lotava. A gente ouvia música recifense na Rádio Cidade, tomava Carreteiro na Rua da Moeda e nem precisava criar evento na Internet para se encontrar. No máximo divulgava no canal Recife do Mirc. Mas isso se perdeu no tempo, poucos ainda são os projetos que valorizam as bandas autorais da cidade e a cada ano vivemos quase que só do Abril pro Rock e do Recbeat. E foi pensando em resgatar essa atmosfera musical de Recife que surge o Aponte, uma iniciativa dos músicos das bandas Dotes, Mamelungos e A Praça que se uniram a favor de uma cena musical em recife com mais atitude e inspiração. A ideia do projeto é promover as bandas autorais da cidade, de forma interativa e independente. Toda semana, três bandas sobem ao palco e mostram seu som para o público. O movimento é totalmente independente e tem o apoio do Capibar e do SixnFlix. E o primeiro encontro já acontece neste SÁBADO 18/06, no Capibar, em Casa Forte, a partir das 15h e terá como atrações as três bandas fundadoras: Dotes, Mamelungos e A Praça. Esse será o único encontro de junho. A partir de julho o projeto começa com tudo em todas as tardes de sábado.

Quem quiser conhecer o trabalho das bandas, é só acessar os links:

Dotes:

www.dotesbanda.com

Mamelungos:

www.myspace.com/mamelungosderecife

A Praça:

http://www.youtube.com/user/bandaapraca

Serviço:

Aponte –  Uma cena musical em Recife com mais atitude.

Show com as bandas Dotes, Mamelungos e A Praça.

Data: SÁBADO 18/06

Local: Capibar (Rua Tapacurá, 101 – Casa Forte).
Horário: a partir das 15h.
Os 50 primeiros que chegarem ganham uma dose de SixnFlix.
Informações: aponterecife@hotmail.com |81-99653835| 81-92866908


Os desenhos de Marc Johns

Não me lembro exatamente quem me passou o link do site de Marc Johns.

Ele é um ilustrador canadense que desenha coisas simples de uma forma inusitada.

Gosto do traço desprentesioso e do humor seco dos seus desenhos.

Segundo Marc, o humor está presente em tudo que ele pensa. Até quando ele pensa sobre pensar.

Apesar de não recomendar a prática.

O que ele recomenda é que se poste até 5 imagens suas e coloque o link para o site para as pessoas verem mais lá.

Se eu fosse você, faria isso. Ah! Eu fiz. =P

 

 

 

Confira mais no site do Marc Johns


Esse tal Quitério

Tenho o costume de todos os dias entrar em sites como o Behance, Today and Tomorrow e ffffound! e me entupir com referências de design e ilustração. Coisa corriqueira para quem trabalha na área. E é tanta gente boa, de cantinhos do mudo que a gente sequer ouviu falar, que a gente fica estéril e esquece que muitas vezes um desses talentos pode ser o cara sentado na mesa ao lado.

Se tem uma coisa que me enche de satisfação é ter a honra de apresentar aqui não mais um gringo, mas um cara daqui, amigo meu, com um bigode pra lá de bizarro e que vem desenvolvendo um puta trabalho. Com vocês,  Manoel Quitério.

(mais…)


Pela Rua #3 – Amsterdam

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Grafitti, Stickers, Posters… Street art. Arte urbana. Ela está ali. Geralmente naquele cantinho mais sujo daquela rua mais suja mal iluminada… Marginalizada.
É?
Talvez um dia já foi assim. Mas como a força dos artistas e da mensagem é tão poderosa que a street art ganhou o mundo. Literalmente.
Exposições, galerias, livros de arte… Todos se renderam.
Mas a rua continua sendo o melhor meio, e o mais sincero, de expressão desses artistas.
E a internet acaba servindo como a melhor forma de divulgação. Se você não pode ir a Amsterdã, Barcelona, Nova Iorque, Tóquio… Você encontra fotos ótimas de grafites no flickr, facebook, etc.
Temos uma pequena contribuição para os leitores do Cultbox. Uma pequena seleção de Tarrask e Lus, amigos do blog.
Com street art feita em Amsterdã. Na visão, às vezes bem parecidas, de cada um.
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Mas essa aqui é a que eu (Lus) acho uma das mais do caralho.
É de Arles, cidadezinha no sul da França.

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Eu compro livros pela capa

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Não sei você, mas sou do tipo que é capaz de comprar livros pela capa. Já me dei muito bem algumas vezes, como por exemplo quando levei pra casa o Último Reino, de Bernard Cornwell, seguindo um boato de que a edição nacional ganharia uma nova roupagem e a versão metalizada viraria artigo de colecionador. 2 anos depois ainda dou de cara com o mesmo livro na prateleira, mas nem por isso me arrependo de ter um exemplar bonitão em casa – e também excelente romance, vale salientar. Minha última aquisição nesse quesito foi Nova Yorque Delirante, de Rem Koolhaas. Fui literalmente hipnotizado pela arte e o acabamento do livro, já que em outro contexto, passaria batido – não era assíduo frequentador da sessão de arquitetura e urbanismo, agora até que dou umas passadinhas por lá de vez em quando.

Ainda bem então que as capas criadas por Jim Tierney para os clássicos de Julio Verne não passaram de um projeto de conclusão do curso da University of the Arts da Philadelphia – ou pelo menos por enquanto. As capas de 20.000 Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra, Volta ao Mundo em 80 Dias e Da Terra à Lua, possuem todas uma dose de interatividade que tornam o design e as ilustrações ainda mais embasbacantes.


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Para saber um pouco mais sobre o processo por trás deste projeto, incluindo desenhos e comentários, leia o artigo publicado na FaceoutBooks.
 
Quer saber, isso de querer livros pela capa  bem que poderia virar uma sessão aqui no blog, não é? Até já sei sobre qual livro será a próxima edição. E se você também quiser contar a sua história sobre capas de livro, escreve pra gente. Quem sabe a gente não publica?


Guia de sobrevivência contra vampiros

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Desenhado por Kaye Blegvad, Fight Against Vampires Contra é um guia visual de defesa contra vampiros. Não importa se forem transilvânicos ou purpurinados, cruzou com um deles, é estaca na goela,  fiambre fatiado e semente de papoula em volta  da cova.

 

Clique para visualizar maior. 

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Sujo sua cara

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Em tempos de política, uma ideia boa. Boa não, genial.
Cidade limpa de verdade. De verdade, Excelências.

Como funciona?

“A partir de agora, todo candidato com cavalete na rua também será candidato a ganhar bigode, guampinha, monocelha, cicatriz e sorriso banguela. Vamos ser justos: se você pode sujar minha cidade, eu posso sujar sua cara.”

Quer participar? Envie sua contribuição para sujosuacara@gmail.com

Siga tambem o @sujosuacara no twitter e mande suas contribuições.


Inimigos da liberde?

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Quando abri o Diário de Pernambuco de hoje não acreditei no que vi. A OAB-SP emitiu uma nota pública solicitando a retirada da MOSTRA INIMIGOS do grande artista pernambucano Gil Vicente. Segundo a OAB-SP, as obras mostram o desprezo que o artista tem com o humano e com as instituições que eles representam, além de incitar o crime e a violência.

Aqui pra nós, eu admiro o trabalho de Gil Vicente e acho ridícula esta atitude da OAB-SP. Tentar vetar uma exposição, essa sim, é uma atitude desprezável.

O melhor de tudo é saber que o “tiro da OAB-SP saiu pela culatra”, pois a polêmica gerada foi tão grande que agora, mais do que nunca, a atenção da mídia e do público se voltou para a mostra. Bem feito. Proibir ou inibir artistas não ajuda em nada no processo democrático e de melhoria da sociedade, muito pelo contrário como diz o próprio artista:

“Graças à OAB-SP(fiquei famoso). Isso foi uma coisa que não incomodou a Bienal e nem a mim, seria um absurdo retirar a série… Desde 2005 não compareço às urnas para votar nessas figuras que desprezam as pessoas e não se mexem para acabar com a miséria. Queria apenas expressar minha raiva!”

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Se você estiver em São Paulo a partir do proximo sábado, vá até a Bienal.

Fica aqui o meu apoio à 29ª Beinal de São Paulo e principalmente a Gil Vicente por sua coragem.

#chupaOAB-SP


Drew Struzan

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Drew Struzan. Você pode não conhecer este nome, mas certamente já quis ter um destes posters na parede do seu quarto. Ainda mais se você cresceu assistindo aos clássicos da Sessão da Tarde.
Reconhecido como um dos maiores e mais influentes “poster artists” de todos os tempos, Drew é responsável por eternizar em lápis e pincel filmes como Star Wars, Indiana Jones, Os Goonies, E.T. e De Volta Para o Futuro. Ajudou a criar a iconografia e a memória que temos dos filmes. Praticamente o John Williams da quinta arte.
Um dos aspectos mais impressionantes de seu trabalho é a possibilidade de enxergar sua técnica através dos detalhes dos desenhos. Podemos perceber o manuseio de lápis acrílicos e coloridos, que Drew utiliza para combinar elementos do desenho com texturas. O fato é que Drew virou praticamente um termo para definir o estilo.

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drewstruzan.com


Blind Date with Berlin

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A linha que separa música, moda e artes plásticas sempre foi muito tênue. Isso se é que essa linha realmente existe. Ou existiu. Vivienne Westwood deve ter feito bom proveito dela. Usou pra fisgar Malcom McLaren, costurar as feridas de Sid Vicious e tecer o cenário do punk-rock que começou a eclodir na capital inglesa e se espalhou pelo mundo no início da década de 70.
A mesma linha que aglotina Forma em Conteúdo também segrega. Berlim sabe que linha é essa. Sentiu na pele. E uma vez que essa linha liberta as feridas, revela coisas que por muito ficaram contidas em suas entranhas. Como será essa linha que separa música, moda e artes plásticas em Berlim?
Em sua segunda edição, o MCD LAB promove agora uma parceria com o Blind Date Berlin. O projeto busca uma união entre o underground das cidades de SP e de Berlin em um evento que está programado para o final do mês de setembro, em SP.

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Participam do projeto artistas visuais das duas cidades. A novidade é que, dessa vez, dois artistas de São Paulo foram selecionados para ter, literalmente, um encontro às escuras com outros dois artistas da capital alemã.  Ambos só se encontrarão restando 5 dias para o evento  para a produzir juntos para o projeto.

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A intenção é envolver o público numa atmosfera criativa, em uma noite de intervenções artísticas e musicais, dando um gosto do que ocorre na cenaunderground de Berlim.

Além da experiência de reunir as cidades através de artistas renomados, o prjeto também  propõe a participação de quem produz música. Jessie Evans, Kissogram e o DJ Khan disponibilizaram algumas tracks isoladas de suas produções para serem remixadas. O desafio é usar no mínimo duas dessas faixas para produzir uma nova música com beats e bases de sua autoria. Os três finalistas tocarão no último dia do evento e depois serão votados no Facebook e os que tiverem maior quantidade de “likes” ganham uma viagem para Berlim. Então não perca mais tempo e exercite os seus dotes de João Brasil que o prazo  só vai até sexta-feira.

Clique na imagem para mais informações.

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Conheça também o site da MCD.

Uberkraaft

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De vez em quando acontecem coisas que a gente nem imaginaria. Hoje ganhamos vários #FF gringos por causa do post sobre o Showchicken, um deles de um cara chamado Matt Williams, ou melhor @uberkraaft. Não sabe quem é? Até hoje pela manhã, nós também não. E olha que surpresa tivemos:

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Não deixem de conferir  outros trabalhos do artista no uberkraaft.com.uk

Thanks mate! Let’s keep in touch.


Showchicken

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Não sei absolutamente nada sobre Nick Sheehy, execeto o fato de que ele mora com a namorada e dois hamsters chamados Charles e Eddie na fria Leigh on Sea, UK. E nem precisa, né? Basta saber que é esse o artista por trás das belíssimas ilustrações do Showchicken (e já foram direto parar no bg do meu celular).

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Mais aqui.

Até o fechamento deste post, informações truncadas davam conta do possível falecimento de Charles e Eddie e sua subsequente substituição pelas gêmeas Pam e Miriam. Para maiores detalhes, siga @showchicken.

O mundo em miniatura

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Se você sempre sonhou em visitar os principais monumentos turísticos do mundo e, infelizmente, não tem tanto dinheiro sobrando assim, o Tobu World Square, no Japão, é uma excelente alternativa. O parque temático contém mais de uma centena de modelos de monumentos históricos, todos na escala de 1:25, com direito até a pessoinhas que deixam as atrações ainda mais realistas.

O parque se divide em seis zonas baseadas em regiões do mundo: America, Egito, Europa, Asia, Japão Antigo e Japão Moderno. As maquetes são reproduzidas nos mínimos detalhes e até os jardins acomapanham a mudança das estações.

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via


BIC

Ser artista é um DOM. Isso não é novidade. E para reforçar ainda mais isso, estou fazendo esse post.

O artista Juan Francisco Casas Ruiz faz desenhos incríveis com papel e caneta BIC (sim, apenas isso e mais nada!). O método dele é o seguinte: primeiro bate fotos sempre bem humoradas e descontraídas e depois vai direto pro papel. Ou seja, tanto eu quanto você, teoricamente, temos como fazer exatamente o que ele faz, afinal temos as mesmas ferramentas. Imagem + Caneta BIC + Papel. Como sabemos que a vida não é assim tão simples… fiz o seguinte, deixei de escrever e fui para prática. O resultado você vê logo abaixo.
 

“Arte” Bernardo + Papel + BIC:
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Agora que você já viram que eu não tenho talento nenhum para ser desenhista vamos a parte legal do post. Seguem algumas fotos que peguei no site oficial do artista.


Arte MORAL, FERA e INCRÍVEL de Juan Francisco Casas Ruiz:
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Exposição – Galo de Souza

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O Post de hoje é um misto de utilidade, referência e PelaRua.

Para quem não conhece, Galo de Souza é grafiteiro dos bons daqui de Recife. Apaixonado por desenho desde pequeno, foi pixador quando criança e começou a grafitar aos 16 anos. Fã de Rap, começou a levar o nome dele, o que pensa e o que precisa dizer sobre tudo para os muros da cidade.

Galo tá fazendo uma exposição de suas obras com um projeto pra lá de interessante. “A saga de Ctrl+c e Ctrl+v” vai expor o trabalho de Galo e para cada obra, um artista da cena pernambucana vai compor uma trilha. Ao lado de cada tela, vai ter um headphone para você escutar a trilha da obra.

Para você sentir um pouco do que vai ser o evento, aqui tem a trilha composta pelo Dj Justino Passos.

Se quiser conhecer um pouco mais do trabalho de Galo, pode dar uma olhadinha no blog dele.

Mais detalhes sobre a exposição, no vídeo abaixo.



Fuerzabruta

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Fuerzabruta pode muito bem parecer um musical assinado por Deborah Colker com os carinhas do Ok Go correndo feito loucos em suas esteiras de academia. Ou ainda, uma instalação maluca de um artista mais pirado ainda numa rave psicodélica em um galpão abandonado. Pois é, poderia, se não fosse um espetáculo dos mais difíceis de classificar. Não é teatro, nem circo, não é música e, nem tão pouco, dança. Na verdade, não é “só” isso. É tudo isso, misturado e remexido. Ou remixado, como preferirem.

Criado por artistas oriundos do grupo argentino De La Guarda, em 2005, o espetáculo Fuerzabruta ganhou repercução mundial, sendo, posteriormente, exibido em Nova Iorque, Londres, México, Lisboa, Bogotá, Edimburgo, Córdoba e Berlim. Esteve no Brasil em 2008 para apresentações concorridíssimas em São Paulo.

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Link pro site oficial.