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Letuce. Quem?

Letícia e Lucas são namorados, como qualquer outro casal. Não, mentira. Ao invés de ficarem com #mimimi e tudo mais, eles tem um projeto massa chamado Letuce.

Ele toca quase tudo e ela é artista das boas. Eles tem um disco massa, mas não é disso que vou falar.

Eu queria que você descobrisse o disco Couve deles. Sério, é uma raridade.

Quem nunca cantou/gritou no chuveiro ou cantou pro amigo alvi-rubro “Eu vou nadar e morrer, na beira da praia!”

Quem nunca cantou/gritou bêbado “Que se chama amor, tomou conta do meu ser, dia a dia pouco a pouco, já estou ficando louco, só por causa de você”

Quem nunca cantou/gritou bêbabo ou sóbrio “Undererê!!”

Essas duas músicas valeriam, mas tem mais.

E tem o outro disco.

E tem a criatividade dos dois juntos.

E tem a performance dela. E tem os arranjos dele e da banda.

E tem a diversão garantida.

E tem dois artistas brasileiros que tu nem sabia que existia.

E tem mais qualquer coisa que você acrescentar nos comentários depois que ouvir.

Sério, o amor é lindo. E brega. E genial.

Amor, essa é pra você!

Integrantes:
Thomas Harres – bateria
Rodrigo Jardim – baixo
Lucas Vasconcellos – teclados/ guitarra
Fabio Lima – violão/ cavaco
Letícia Pires – voz
Telefone: 21 94651265
E-mail: thiago@bolachadiscos.com.br
Origem: Rio de Janeiro – rj (Brasil)
Residência: Rio de Janeiro – rj (Brasil)

(Alguém faz o favor de agendar um show deles em recife?)

Filmografia de 2011

O ano terminou e 2012 já começa com listas e mais listas.

Essa é a filmografia de 2011.

Nem os melhores, nem os piores. Todos.

Gen I. já fez a filmografia de outros anos e vai por mim, é bem bom, viu?

Pouco mais de 200 filmes para você lembrar e pescar alguma coisa que não viu e ainda pode ver antes que a enxurrada de 2012 comece.

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ALERTA DE INTRUSÃO NO POST DOS OUTROS

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Mas a causa é nobre. Gostaria apenas de compartilhar outra compilação com os melhores momentos do cinema no ano que passou. Aqui, a edição fica por conta de Matt Shapiro.

Mas não vou me abster. Pra mim (Eduardo), 2011 teve uma obra-prima. Anota aí: Cisne Negro. #ProntoFalei #Top1

 

Ah, Michel Teló, se eu te pego…

Ninguém me entende, porque Ivete não deixa.

Hoje é tão difícil convencer alguém a ler mais de 5 linhas que eu desconfio que vou perder mais 15 minutos da minha vida tentando comprovar um ponto de vista que não interessa a quase ninguém. Mas, vamos lá.

Nós já tivemos Caetano, Chico, Jorge, Cartola, Tom, Tim, Vinícius, Gil, Gal, João Gilberto, Elis, Novos Baianos, Os Mutantes, Clube da Esquina, Roberto e Erasmo, isso porque estou escalando um time só com Pelés e esquecendo uma dezena de gênios por culpa da minha ignorância e pouca idade. Hoje nós temos os Pedro Sás, os Kassins, os Wados, os Amarantes, as Céus, os Ottos, os Fernando Catataus e uma mais de centena de grandes artistas na música brasileira; é tanta gente que qualquer nome que eu adicione aqui vai aumentar a injustiça.

Artista, ao contrário do que a grande massa brasileira deve acreditar, não é qualquer um que possa segurar um violão; ter a voz bonita também não faz a Ivete ou a Sandy serem artistas; se você sobe num palco, mesmo que abaixo dele tenham milhares de pessoas, mesmo assim, isso não faz de você um artista. Artista é, acho eu – e uma infinidade de pessoas – um Picasso, um Patativa do Assaré, um Chico Buarque. Ou seja: gente que faz arte. Pessoas que quando rabiscam alguma coisa num papel, quando cantam, quando produzem alguma coisa, estão pondo na frente de tudo a vontade de acabar uma obra, cheia de conteúdo, vazia, errônea, estúpida, não importa, pois a arte não precisa necessariamente ter uma função, mas é comum que tenha a intenção de acrescentar algo ao mundo, ou de não acrescentar nada, simplesmente para questionar a própria arte.

Não é a erudição que transforma qualquer coisa em arte, então, não é isso que faz Michel Teló ou Ivete não serem artistas. É simples mesmo. É só porque eles não fazem arte.

Qualquer pessoa no mundo tem direito de gostar de qualquer coisa. Ponto. Gostar e ser induzido a gostar são coisas diferentes. Ponto. Conhecer duas ou três coisas faz você ter a chance de escolher; logicamente, conhecendo apenas uma, você já sabe no que dá.

Quando um país erguia um ídolo, costumava ser porque ele fazia muito bem uma coisa. Claro, com o passar do tempo, pessoas espertas foram notando que erguer um ídolo também é uma chance de ganhar muito dinheiro. Michel Teló é um ídolo. Ivete também. Mas por favor, não chamem essa gente de artista. Não comparem o Neymar ao Pelé. Não achem natural pôr em pé de igualdde a Ivete e o Caetano, não, por favor. Não caiam nessa. Dancem, achem super divertido, compartilhem nas redes sociais, mostrem para o seu sobrinho – não para o meu filho – a música nova do Michel Teló e colem no sofá no especial de fim de ano com o Roberto Carlos cantando as mesmas músicas que ele canta faz 15 anos. Mas por favor, não achem isso o supra-sumo da cultura brasileira. Não sirvam de força propagadora para os espertos que só valorizam o dinheiro, pois há um monte de artista de verdade que também precisa de dinheiro; o Pedro Sá também paga conta de luz.

Parece que isso tudo é inofensivo, que é só mais um artista que apareceu e vai sumir, que é assim mesmo, o povo brasileiro gosta de coisa ruim, é natural e legítimo. Mas acontece que Chico não toca na rádio há 20 anos. Ivete tocou na rádio nos últimos 20 anos. Esse mesmo povo que foi pego por Michel Teló nunca teve a chance de ouvir Chico. A maioria dos pagodeiros que justificam seu gosto dizendo que aquilo “é música pra dançar”, nunca ouviram “Feijoada Completa” nem “A menina dança”. E já que essa mesma turma parece nunca ter triscado na boa cultura brasileira, é provável que eles também não se sintam encorajados a ler um Machado de Assis, discutir sobre o prefeito que vão eleger, pensar sobre qualquer coisa diferente do último capítulo da novela, estudar assuntos da própria profissão. Está todo mundo ocupado, ouvindo Ivete. Isso é mal para o Brasil, ou não? Um exemplo: alguém já ouviu um carro rebaixado tocando Vinícius para a cidade inteira ouvir?

Será que a falta de educação e a crescente falta de civilidade no brasileiro não têm nenhuma ligação com a maneira como estão sendo apresentados a eles esses novos ídolos, com a falta de cultura para onde o brasileiro está sendo empurrado? Será mesmo que não devemos nos revoltar nem um bocadinho ao ver que a Globo produziu um especial de final de ano que na prática fez todo brasileiro médio acreditar que Ivete pode ter valor cultural semelhante ao Caetano, será que é exagero achar que isso contribuiu mais ainda para o atraso de tudo? Quantos pequenos brasileiros não assistiram aquele especial e nem se tocaram de quem são Caetano e Gil? Em quantos concertos você já assistiu um dueto entre Bob Dylan e Britney Spears?

Eu sei que arte não salva um país e que todos os países têm suas porcarias. Mas os americanos não precisam – tanto quanto nós ainda precisamos – provar seu valor – a maioria do mundo acha que eles são donos do mundo -, os ingleses também não. Eles têm Bob Dylan e Beatles – e tantas outras coisas – e o mundo sabe disso. É triste constatar que alguns estrangeiros vão ouvir falar da música brasileira não por Caetano, mas por Ivete Sangalo, no Brazilian Day – e que por este e outros motivos, a mulher brasileira é lembrada no estrangeiro pelo “bumbum brasileiro”, “depilação brasileira”, “biquini brasileiro”, para não citar coisa pior. Nós temos tantas coisas boas e ruins quanto eles, mas precisamos implorar para ter um visto de trabalho nos Estados Unidos ou Europa. O brasileiro é visto lá fora como mal educado e talvez seja mesmo. Não vai ser propagando “Pererê” que vamos conquistar algum respeito. E eu arrisco, já que a educação é tão precária no Brasil, um Chico Buarque pode não salvar o país, mas ouvir antes do almoço faz pensar muito melhor.

Eu sei que parece difícil entender. Sei que pareço um velho falando dos artistas do passado, negando o sucesso do Michel Teló. Mas eu juro por Ivete mortinha, que mesmo hoje existem grandes artistas fazendo boa música, boa literatura, bom cinema e bom teatro, boa cultura brasileira, erudita ou popular, mas sei que existem. Conheço alguns. O que eles fazem dá pra ler quieto num canto ou dançar num churrasco, posso jurar.

Estou tentando explicar. Mas Ivete não deixa.

Política, baseball e outro assunto a sua escolha.

Esses dias eu vi alguns filmes, mas preciso indicar dois pra vocês 4 que lêem o cultbox.

Todos dois são sobre coisas que eu não entendia nada, absolutamente nada:

Política Americana e Baseball.

Pra ser bem sincero, ainda não sei muito bem a diferença de Democratas e Republicanos, nem sei direito o que significa um Home Run. Mas descobri que em toda eleição tem suas sacanagens e que o lançador é mais importante que o rebatedor. (tô certo?)

O Homem que Mudou o Jogo, Com Brad Pitt.

Tudo Pelo Poder, Com George Clooney e Ryan Gosling.

Não vou fazer uma crítica sobre nenhum dos dois porque não entendo nada de cinema, mas assista. São dois filmes bem legais.

O primeiro é bom e vale a pena. Apenas bom.

O segundo você tem que ver hoje mesmo. Sério.

Se você entende dos dois, manda um email pra igomes87@gmail.com e me explica. Juro que fiquei querendo saber mais sobre isso.

Se alguém tiver algum filme sobre uma terceira coisa que eu não entenda nada (vai ser moleza) e quiser indicar, por favor, não hesite em comentar aqui.

Ah, só pra manter a minha tradição de não respeitar listas, eu indico Medianeras pela terceira vez num único blog do mundo inteiro. Vai ver hoje, velho. Na boa.

 

 

 

Asterios Polyp

Imagem da capa do quadrinho Asterios Polyp

Asterios Polyp não é uma HQ nova. Foi lançada em 2009 nos EUA e em 2011 no Brasil.
Mas depois de muita indicação/insistência (e empréstimo) de Berna Brayner, li nesse fim de semana.
A primeira leitura de 2012. E o ano não poderia começar com uma leitura melhor.

A história é simples. Asterios Polyp é um arquiteto (professor de arquitetura, de fato) bem sucedido que tem a casa destruída pelo fogo após uma noite de tempestade. Ao sair de casa apenas com a roupa do corpo e algum dinheiro na carteira, ele decide comprar uma passagem de ônibus para uma pequena cidade onde começa a trabalhar como mecânico. Enquanto se acostuma à nova vida, ele vai se relembrando do que aconteceu até chegar ali.

A narrativa não é o ponto forte. Mas o questionamento, a reflexão de Asterios Polyp, a sua visão dualista, dividindo tudo sempre em duas faces (razão x emoção, destino x livre arbítrio, Apolíneo x Dionisíaco) é o que torna a leitura tão rica e interessante e que permitiu ao autor David Mazzucchelli (conhecido pelo excelente trabalho com o Demolidor e o Batman) explorar um visual tão belo.

Cena do quadrinho Asterios Polyp

A arte de Asterios Polyp é impressionante. De cair o queixo. Uma verdadeira aula de arte/design/arquitetura.
O trabalho delicado de conferir a cada personagem uma tipologia específica define muito bem a personalidade de cada um e ajuda, em muito, a leitura e ordem dos balões
Asterios Polyp ganhou em 2010 quatro prêmios no Eisner Awards (o prêmio mais importante de histórias em quadrinho), entre os prêmios, o de melhor Graphic Album do ano.

Imagem da HQ Asterios Polyp

1 toque. 2 toques. [nãoleia]

se conheceram e decidiram que, para fazer perdurar o clima de paquera, iriam fazer diversos jogos.

um deles era, depois que se despedissem, ela ligasse pra ele sem falar nada e respondesse as perguntas com:

1 toque no botão 1 = sim.

2 toques no botão 1 = não.

- alô? você está aí?

- 1.

- que bom. [isso vai ser legal] essa noite foi ótima. foi muito bom te conhecer. você também gostou?

- 1.

- acha que a gente pode se ver de novo?

- 1.

- agora?

- 2.

- tudo bem. esse mistério é legal, né?

- 1.

- que bom que você concordou comigo nessa maluquice, mas sabe como é, né? esse clima de paquera é mesmo fantástico. uma dia a gente vai lembrar disso e contar essa história por aí. tenho certeza.

- 1.

- que sensação boa, né?

- 1.

- te amo.

[sinal de ocupado]

top 5 – discos para ouvir trabalhando.

Top 5, Alta Fidelidade e todo o blá blá blá que você já ouviu por aqui.

Cá estamos, ou melhor, estou, para fazer a minha lista de cinco discos para ouvir trabalhando.

Não dá, velho. O novo disco do Foo Fighters – Wasting Light é muito bom, mas não rola. O novo disco do Arctic Monkeys – Suck it and See também é fodaraço, mas não tem condições. Eu concordo, Led Zeppelin é fantástico, mas não dá pra trabalhar ouvindo nenhuma música dos caras. Chico Buarque é genial, mas não tem jeito pra criar um roteiro de governo ouvindo “O meu amor”. (Mal aê, Chico).

Talvez eu seja o único idiota que não consegue trabalhar ouvindo qualquer música. Se você consegue, dá um like ou comenta aí.

Top 5 – discos para ouvir trabalhando.

Cícero – Canções de Apartamento

[faz parte da minha manifestação pra ele vir fazer um show em Recife]

Bon Iver – Bon Iver

[conheci o som desse cara anteontem, mas já entrou nessa seleta lista. se eu fosse você, baixaria agora]

Yo La Tengo – And Then Nothing Turned Itself Inside-Out

[indicado pela querida Lulina aqui na sua playlist]

City and Colour – Sometimes

[violãozinho com corda de aço e uma voz que você quase consegue esquecer que tem alguém cantando]

Dry The River – Bible Belt EP

[já foi postado aqui no cultbox e se você não conhece, ele entra na próxima lista que vou fazer - bandas que você precisa prestar mais atenção e ouvir mais de duas vezes]

Chet Baker & Bill Evans – The Complete Legendary Session

[era um top 5, né? era! esse disco merece entrar. a explicação é que se ele consegue destruir um top 5, ele vale a pena]

Repito: são discos pra ouvir trabalhando, e essa é a minha opinião, que não entendo nada de música nem de listas.

Se você quiser música animada e consegue trabalhar ouvindo elas, eu recomendo o Tumblr 501 Axés para Ouvir no Trabalho.

auto. [nãoleia]

estava decidida.

não suportou a pressão.

a vida não dava mais para ela. precisava fazer aquilo.

foi até o andar mais alto do prédio – e você pode imaginar em câmera lenta, tipo filme, com trilha de edith piaf – para acabar de uma vez por todas com aquela angústia.

andou até a ponta e viu a cidade inteira, ainda iluminada.

parou e fechou os olhos, como se estivesse ouvindo a música de trilha.

respirou fundo, olhou para os lados e ficou ali por mais alguns minutos, enquanto o vento batia nos cabelos e enfatizava ainda mais aquele olhar expressivo.

o tempo que ela levou pensando nos últimos minutos, foi justamente ele precisou para chegar antes que ela cometesse aquela bobagem.

ele correu até ela com a máxima velocidade que conseguiu.

chegou a tempo e perguntou, o que tinha feito de tão errado para que ela tivesse prestes a fazer aquilo.

ela tranquilizou o pobre rapaz quando disse que não havia nada de errado com ele. o problema era o maldito livro de auto-ajuda que tinha ganho no natal. e não foi dele. foi no amigo secreto da empresa, de alguém que mal a conhecia.

eles contaram juntos:

- 1,

- 2,

- 3,

jogaram o livro infernal do vigésimo oitavo andar.

o autor merecia aquilo.

Uma noite ótima com Medianeras

Calma!

Não é nada disso que você está pensando.

Ontem fui com a patroa ver um filme, sem pretensão alguma ou grandes expectativas. Como geralmente ocorre, quando não temos expectativas com alguma programação, BUM! Ela nos surpreende.

Foi assim.

Sobre o filme:

Sabe aquela solidão coletiva, dentro do ônibus ou andando na rua ou almoçando só no shopping com fone de ouvido no máximo? Pronto. Medianeras é sobre isso. Sobre como esse mundo tão conectado tornou a comunicação pessoal, face to face (tá bom, bichei) tão difícil.

O filme tem um fotografia linda, poética que combina e muito com o texto super bem escrito. Tudo se encaixa. (dando aqui um pequeno e insignificante spoiler da abertura do filme, onde nela, já descobrimos o causador de todos os males da sociedade argentina). O protagonista nos diz: “estou convencido de que as separações, os divórcios, a violência familiar, o excesso de canais a cabo, a falta de comunicação, a falta de desejo, a apatia, a depressão, o suicídio, as neuroses,os ataques de pânico, a obesidade, as contraturas, a inseguridade, a hipocondria, o estresse e o sedentarismo são responsabilidade dos arquitetos e da construção civil. Destes males, salvo o suicídio, padeço de todos”.

PS.1: Vale ressaltar que esse filme foi indicado aqui no Cultbox por Lusenalto ou seja, esse filme é tão legal que vale receber dois posts no mesmo blog.

PS.2: As ‘medianeras’ são paredes cegas que dão para o prédio vizinho. Essa informação foi só para constar. Fiquei curioso para saber e achei legal deixar essa informação aqui.

Dica de Fim de Ano


Para os que ainda não conhecem, o serviço de compra de games on-line : Steam, está realizando grandes promoções nesse final de ano. Jogos como Call of Duty, Battlefield entre muitos outros estão ganhando descontos de até 75%. Cada promoção é válida por um período de 24h, então vale a pena checar diariamente e não perder a chance de comprar aquele jogo que você tanto queria.

Para acessar o Steam, basta entrar no site store.steampowered.com, cadastrar-se e baixar o aplicativo para o seu PC ou Mac. Vale lembrar que para realizar as compras, é necessário um cartão de crédito internacional, pois são realizadas em dólar. Mas não se preocupem, é bem melhor que pagar os impostos absurdos das lojas brasileiras.

Para mais informações sobre o serviço, clique aqui.

Luz, câmera e muita grana para direitos autorais

Pegue uma carraiada de filmes dos anos 80, subistitua o rosto dos protagonistas por uma versão 3D  e tosca de si mesmo e, pronto, você tem um clipe sensacional e digno de um dos maiores processos judiciais de todos os tempos.


Stuck In The Sound – PURSUIT por stuckinthesound

Pursuit é primeiro single do novo álbum da Stuck In The Sound, banda francesa de indie rock.
Ou o agente deles é muito bom, ou é melhor que o advogado seja.

The Walking Dead Board Games

Coisas estranhas também acontecem no mundo real. Não apenas uma, mas dois jogos de tabuleiro baseados em The Walking Dead estão circulando pelo mercado. A Cryptozoic Entertainment produz uma versão baseada na série de tv, enquanto a Z-Man Games criou uma derivada das graphic novels. Mas as coicidências não acabam aí, ambos os jogos  já estão à venda e custam U$ 40.

A versão da Cryptozoic Entertainment:


 A versão da Z-Man Games:


Também dá pra comprar os jogos em território nacional,  através da Legends do Brasil. O precinho é que é salgado.


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